Cosan (CSAN3) conclui pré-pagamentos de R$ 2,8 bi e reduz dívida em R$ 8,8 bi no ano
A empresa concluiu em 16 de junho de 2026 a recompra antecipada e integral de 1,5 milhão de debêntures da primeira série de sua 11ª emissão.
A próxima semana começa com dinheiro pingando na conta dos investidores de renda fixa que emprestaram dinheiro à Cosan (CSAN3), participando da 8ª emissão de debêntures da companhia, cujo código de negociação é CSAN18.
Enquanto a holding diversificada angariou R$ 1,25 bilhão com os debenturistas em novembro de 2023, agora no dia 21 de julho de 2025 (segunda-feira), os investidores receberão R$ 75,43 por cada título de dívida na série única.
Com base nos 1,25 milhão de títulos de dívida emitidos na operação, a empresa desembolsará o valor total bruto de R$ 94,2 milhões aos investidores de renda fixa elegíveis.
A remuneração oferecida pelas debêntures da Cosan, na condição de sua emissão, é de CDI+ 1,80% ao ano, mas, atualmente, a taxa indicativa é de CDI+ 1,56% ao ano, conforme consulta feita hoje na Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).
Em compensação a essa queda na taxa de remuneração desde 2023, o preço unitário indicativo da debênture está em R$ 1.082,52, superior ao patamar de R$ 1 mil nas condições em que os títulos de dívida chegaram ao mercado.
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em CSAN3 há 10 anos, hoje você teria R$ 1.511,10, já considerando o reinvestimento dos dividendos. A simulação também aponta que o CDI teria retornado R$ 2.416,40 nas mesmas condições.
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A empresa concluiu em 16 de junho de 2026 a recompra antecipada e integral de 1,5 milhão de debêntures da primeira série de sua 11ª emissão.
O presidente da Cosan, Marcelo Martins, afirmou que a holding deve ser dissolvida em 3 a 5 anos, com início previsto para 2027.