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Depois de uma sequência de seis quedas consecutivas, o Ibovespa enfim voltou a subir. O principal índice da B3 fechou esta quinta-feira (6) com uma alta de 1,23%, aos 122.898 pontos.
💵 O dólar também inverteu a tendência nesta quinta-feira (6). Após tocar nos R$ 5,30 na véspera, a moeda caiu 0,89% e terminou o dia negociada a R$ 5,25. Destaque também para o Euro, que caiu 0,75% e fechou a R$ 5,71, depois de disparar 2,7% nos últimos sete dias.
Foi da Zona do Euro, por sinal, que veio boa parte do fôlego visto nos mercados nesta quinta-feira (6). É que o BCE (Banco Central Europeu) cortou suas taxas de juros em 0,25 ponto percentual. É o primeiro corte desde setembro de 2019.
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Embora a presidente do BCE, Christine Lagarde, não tenha se comprometido com novos cortes; a notícia renovou as esperanças de que outros bancos centrais sigam o mesmo caminho, sobretudo o Fed (Federal Reserve).
📈 Além disso, as commodities favoreceram o Ibovespa nesta quinta-feira (6). Petróleo e minério de ferro subiram e puxaram Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3), respectivamente. A Petrobras subiu 0,47% e Vale, 1,39%.
Já nos Estados Unidos, as bolsas fecharam mistas, na expectativa pelo payroll de maio, que será publicado na sexta-feira (7). O relatório trará dados de emprego que podem influenciar as próximas decisões de juros do Fed. Veja o fechamento:
O dia foi de muitas altas na B3. Além de empresas ligadas a commodities, os bancos tiveram um dia positivo. Varejistas também subiram, impulsionadas pela aprovação da "taxa das blusinhas" no Senado. Magazine Luiza (MGLU3), por exemplo, avançou 4,18% e a Lojas Renner (LREN3), 3,80%.
O destaque, contudo, fica com a Zamp (ZAMP3), a dona do Burguer King, que comprou as operações da Starbucks no Brasil e disparou 10,19%. Veja outras altas do dia:
Por outro lado, a Braskem (BRKM5) perdeu 4,12%, ainda pressionada pela possível indicação de Guido Mantega para o Conselho de Administração da empresa. Veja outras quedas do dia:
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