A
Embraer (EMBJ3) divulgou nesta sexta-feira (24) que sua carteira de pedidos de aviões chegou a US$ 34,5 bilhões durante o segundo trimestre do ano (2T26), marcando o sétimo período consecutivo de recordes da fabricante brasileira.
Com crescimento de +16% na comparação anual, a carteira de pedidos da Embraer segue encabeçada por seus negócios na Aviação Comercial, cujas encomendas já somam US$ 15,1 bilhões, impulsionada pela nova encomenda de 15 aviões modelo E195-E2 pela Azorra, empresa especializada em aluguel de aeronaves.
Na sequência, a Aviação Executiva rendeu US$ 7,8 bilhões em pedidos durante o 2T26, com destaques para os novos jatos Praetor 500E /600E, que obtiveram certificação junto à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
A carteira de aeronaves relacionadas à Defesa & Segurança registrou saldo de US$ 6,1 bilhões em pedidos no 2T26, crescimento de +42% na comparação anual, dado o acordo histórico entre a Embraer e a Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos sobre os caças militares modelo C-390.
Já no segmento de Serviços & Suporte, a companhia simplesmente atingiu o nível inédito de US$ 5,5 bilhões em um único trimestre, avanço de +12% na comparação anual. O principal acordo firmado no período foi um contrato de longo prazo com a companhia aérea canadense Jazz Aviation.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Embraer (EMBJ3) há cinco anos, hoje você teria R$ 4.466,50, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.391,80 nas mesmas condições.