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SmartFit (SMFT3) aprovou nesta segunda-feira (25) a criação de um novo programa de recompra de ações.
Com isso, a companhia poderá recomprar até 13,6 milhões de ações nos próximos 18 meses. Isto é, 2,5% dos papeis que estão em circulação no mercado.
Sob pressão na B3
📉 O programa vem em um momento de pressão na Bolsa: as
ações da SmartFit caem mais de 18% no acumulado do ano.
O movimento contrasta com a alta de quase 40% observada em 2025 e não se deve apenas à realização de lucros por parte dos investidores.
O resultado chegou a impulsionar as ações da empresa. Porém, a alta não durou muito e os papeis já voltaram a ser negociados abaixo dos R$ 20 na B3.
SmartFit tenta gerar valor para os acionistas
Ao aprovar um novo programa de recompra de ações, a SmartFit mostra ao mercado que não concorda com o atual preço das ações e que confia no negócio.
💲 De acordo com a empresa, o objetivo é maximizar a geração de valor para os acionistas, mantendo a disciplina da alocação de capital.
Afinal, com menos papeis em circulação, os acionistas da empresa terão direito a uma parcela maior dos seus dividendos.
Para isso, as ações recompradas serão mantidas em tesouraria, para posterior cancelamento ou alienação no mercado.
Os papeis ainda poderão ser usados no cumprimento das obrigações decorrentes dos programas de incentivo de longo prazo da empresa, que preveem a entrega de ações como uma forma de retenção dos seus executivos.
As ações serão recompradas a preços de mercado na bolsa, com recursos disponíveis nas suas reservas de lucro e capital, ou com os resultados obtidos ao longo deste ano.
Na avaliação da administração, a recompra não prejudicará o cumprimento das obrigações assumidas com credores, nem o pagamento de dividendos obrigatórios.