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A taxa de desemprego no Brasil voltou a cair em setembro, conforme dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. No final do terceiro trimestre, o indicador terminou em 5,2%, o menor nível desde 2012.
O resultado mensal apresentou uma queda de 0,2 ponto percentual em relação aos dados referentes ao final de agosto. Já na comparação anual, a redução foi de 0,4 ponto percentual, diz a PNAD.
A pesquisa é feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que reúne dados de trabalhadores de todo o país. Durante o levantamento, 5,6 milhões de pessoas estavam desocupadas.
No mesmo período, a população ocupada ultrapassou a casa de 103,6 milhões de pessoas, também com recorde histórico. Cerca de 1,2 milhão de trabalhadores foram incorporados ao mercado de trabalho no acumulado de um ano.
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"Observou-se que esta população apresentou um incremento de 347 mil pessoas (0,3%), quando comparada com o trimestre de abril a junho de 2026. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve expansão de 0,7% (acréscimo de 788 mil pessoas)”, diz o documento.
Já em relação aos salários, o rendimento médio no Brasil foi de R$ 3.790, cerca de duas vezes o salário mínimo nacional. Atualmente, o piso em todo o país é de R$ 1.621, conforme a última alteração feita pelo governo federal.
A PNAD também mostra um crescimento no número de empregadores. Neste caso, houve alta de 4,3%, chegando a 4,5 milhões.
"No período de julho a setembro de 2026, a categoria dos empregadores (4,5 milhões de pessoas) apresentou elevação em relação ao trimestre anterior de (4,3%), representando um incremento de 184 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, foi registrada elevação de 6,4%, representando um adicional estimado de 272 mil pessoas”, continuou.
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