Site que oferece criptomoedas por apoio a Flávio Bolsonaro é alvo do TSE
A campanha de Flávio Bolsonaro desconhece a autoria do site e nega contratação de perfis para promover a criptomoeda.
Na manhã desta sexta-feira (30), a Binance informou que começou a resgatar parte das criptomoedas roubadas no dia anterior. A empresa sofreu um ataque hacker que teria impactado cerca de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas.
Em uma publicação no X, a empresa detalhou como estão sendo conduzidas as investigações e que o dinheiro está separado para cobrir prejuízos dos investidores. Anteriormente, a exchange havia adiantado que mantém uma espécie de seguro para esse tipo de operação.
"A Binance começou a recuperar ativos afetados para os usuários e continua a trabalhar com a aplicação da lei, emissores, empresas de inteligência blockchain e parceiros do setor para rastrear, congelar e recuperar fundos adicionais. A empresa já se comprometeu publicamente a cobrir perdas por meio de fundos da empresa no anúncio anterior”, disse.
Parte do dinheiro desviado teria sido bloqueado por emissores de criptomoedas, como é o caso dos dólares digitais. Essas empresas conseguiram interceptar as transferências antes de elas serem concluídas.
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"Compartilharemos mais progresso assim que pudermos. Esses números não incluem ativos congelados ou protegidos, que permanecem sujeitos à recuperação e verificação contínuas. Atualmente, US$ 3 bilhões foram congelados, graças aos nossos parceiros do setor. Estamos trabalhando com parceiros e autoridades policiais para recuperar os ativos congelados”, continua a empresa.
A Binance, porém, não deu prazo para que tudo seja concluído. Pelo contrário, disse que a operação pode demorar no caso de ativos com menor liquidez.
“Estamos fazendo isso para corresponder ao formato dos ativos restantes em tokens e abordar quaisquer déficits de ativos. Esse passo pode demorar mais porque alguns tokens podem ter baixa liquidez e o acerto OTC também leva tempo”, conclui.
Bitcoin continua a cair
Mesmo com a atualização da Binance, o Bitcoin (BTC) continua seu movimento de queda. Na véspera, a principal criptomoeda do mercado já havia perdido mais de 5% do seu valor de mercado, mas a situação se complicou ainda mais nesta sexta-feira.
Por volta das 11h, o ativo era negociado a US$ 76,7 mil, o que representa um recuo de 1,5% nas últimas horas. Na conversão para o real brasileiro, o token era negociado na faixa de R$ 418 mil, conforme os monitores do setor.
A campanha de Flávio Bolsonaro desconhece a autoria do site e nega contratação de perfis para promover a criptomoeda.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.