Com debandada de conselheiros, ações da CVC (CVCB3) despencam

Assembleia para novas eleições será realizada em 19 de junho

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Publicado em 16/05/2024 às 18:11h - Atualizado em 11/09/2025 às 16:03h Publicado em 16/05/2024 às 18:11h Atualizado em 11/09/2025 às 16:03h por Wesley Santana
CVC é uma das maiores agências de turismo do país. Foto: Divulgação
CVC é uma das maiores agências de turismo do país. Foto: Divulgação

Quatro membros do Conselho de Administração da CVC (CVCB3) renunciaram seus cargos, informou a empresa na noite de quarta-feira (15).

👨‍💼 Entre eles, o presidente do conselho, Valdecy Maciel Gomes, que estava na função há cerca de três meses. O executivo deve permanecer no cargo até que seja eleito um substituto, na assembleia geral marcada para 19 de junho.

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Além dele, Leonardo Guimarães Pinto, coordenador do comitê estatutário de auditoria, riscos e finanças, Rodrigo Silva Marvão, membro do conselho de administração e do comitê financeiro, e Eduardo de Britto Pereira Azevedo também deixaram o alto escalão.

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Com isso, as ações da companhia de turismo despencaram no pregão desta quinta. Segunda dados da bolsa de valores, os papéis recuaram 7,4%, para menos de R$ 2. Essa foi a maior baixa da B3 nesta quinta (16).

As decisões vêm na sequência do balanço trimestral da companhia de turismo, que reportou uma redução no prejuízo entre janeiro e março deste ano. Segundo o documento, o prejuízo líquido recuou 73%, para R$ 34,4 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) fechou o trimestre em R$ 86,2 milhões, um avanço de 216,1% no comparativo anual. Já o resultado financeiro permaneceu negativo em R$ 67,5 mi.

Um mês depois

A nova leva de saída de diretores acontece um mês depois que o diretor financeiro Carlos Wollenweber deixou o cargo. Ele ocupou a cadeira por um ano e também acumulava a função de diretor de Relações com Investidores.

Um ano atrás, foi o CEO Leonel Andrade quem fez as malas, deixando a empresa em um momento crítico de reestruturação. Ele havia assumido a cadeira durante a pandemia, quando a empresa ficou debilitada em razão da interrupção do setor de turismo.