Ânima (ANIM3) nega que haja opção de venda da FMU à Farallon
As ações da Ânima chegaram a registrar forte queda após investidores questionarem o preço da operação.
💸 A Ânima Educação (ANIM3) comunica ao mercado que concluiu nesta sexta-feira (11) sua renegociação de dívidas com o seu credor, o Banco do Brasil (BBAS3), incluindo alongamento de prazos e redução das taxas de juros prévias.
O resultado da negociação significa uma redução da taxa de juros dos atuais (2,60% e 2,65%) para 1,65%, concomitantemente ao alongamento da dívida, que passa a ter seu vencimento final prorrogado para setembro de 2029 (originalmente entre agosto de 2026 e julho de 2027).
Segundo a rede de ensino superior, também foi firmada uma carência correspondente a R$ 348,8 milhões (sendo R$ 49,6 milhões em 2024, R$ 197,6 milhões em 2025 e R$ 101,6 milhões em 2026), com início das amortizações em março de 2027.
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Importante destacar que, por se tratar de renegociação de dívida, e não nova contratação, sobre a operação não haverá incidência do imposto federal IOF.
Com isso, a taxa do spread médio da dívida consolidada da Ânima Educação passa de 1,9% ao ano (registrado no segundo trimestre de 2024) para 1,7% ao ano, uma redução de 700 pontos base ao ano se considerado o spread médio registrado no quatro trimestre de 2023 de 2,4%.
"A Ânima Educação reitera e ratifica que segue engajada em iniciativas que possibilitem acelerar a agenda de desalavancagem, bem como de buscar alternativas de redução do custo de suas dívidas, de forma a gerar ainda maior valor para nossos acionistas e stakeholders", afirma no comunicado a CEO Paula Harraca.
As ações da Ânima chegaram a registrar forte queda após investidores questionarem o preço da operação.
As ações da companhia caem cerca de 30%, com o mercado preocupado com os custos da aquisição.