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Tesla (TSL34) registrou lucro líquido de US$ 1,11 bilhão durante o segundo trimestre do ano (2T26), queda de -5% na comparação com o mesmo período de 2025. E o mercado não reagiu nada bem aos números apresentados pela montadora de veículos elétricos fundada pelo magnata Elon Musk.
Por volta das 19h (horário de Brasília), as ações da Tesla negociadas em bolsa de valores americana, sob o ticker (
TSLA), cediam -5,30%, ao redor de US$ 356 cada no pregão estendido em Wall Street, bem abaixo do valor de fechamento à vista em US$ 374 por ação.
Embora a receita consolidada da companhia tenha atingido US$ 28,2 bilhões no 2T26, superando o patamar de US$ 25,7 bilhões presente no consenso de analistas, a Tesla se viu afundada na dinâmica de assumir mais despesas operacionais do que crescer fontes de renda.
Pressionada pelos rios de dinheiro aplicados em
inteligência artificial (IA) e outros projetos de pesquisa e desenvolvimento arrojados, a Tesla teve aumento de +47% nas despesas operacionais, chegando a US$ 4,35 bilhões no 2T26.
Ao mesmo tempo, a margem operacional da companhia derreteu para apenas 1,4% no trimestre ante à taxa de 4,1% reportada no mesmo período de 2025. Tamanha derrocada coincide com a estratégia de Musk em focar esforços na divisão de táxis autônomos, o Robotaxi.
Logo, o fluxo de caixa livre da empresa terminou em território negativo no 2T26, marcando déficit de US$ 1,1 bilhão. Há um ano, a situação era bem diferente: o indicador marcava um fluxo de caixa positivo de US$ 146 milhões.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Tesla (TSLA34) há cinco anos, hoje você teria R$ 1.708,30, já considerando o reinvestimento dos dividendos em dólar. Já o
ETF IVVB11, que replica as
500 maiores empresas dos EUA, teria entregue R$ 1.814,60.