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O Ibovespa caiu 3% em maio, no segundo pior mês do ano até agora. Mas maio não foi de perdas para todo mundo. Os frigoríficos, por exemplo, tiveram um mês de ganhos, com a JBS (JBSS3) avançando mais de 20%.
📈 Impulsionada por bons resultados no primeiro trimestre e um cenário favorável para o setor, a JBS avançou 23,04% e liderou os ganhos do Ibovespa em maio. Mas a Marfrig (MRFG3) e a BRF (BRFS3) também entraram no "top 10" do mês.
Os frigoríficos têm sido favorecidos por uma melhora dos preços de proteína animal e pela redução do custo das commodities, usadas como ração. Com isso, reverteram os prejuízos registrados no primeiro trimestre de 2023 e dispararam na bolsa.
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A única representante do setor que não entrou no ranking das 10 maiores altas do mês do Ibovespa foi a Minerva (BEEF3). A companhia vem sofrendo nos últimos dias, sobretudo depois que foi impedida de comprar três plantas de abate da Marfrig no Uruguai. Ainda assim, terminou o mês com alta de 1,3%.
🩺 O setor de saúde também se destacou em maio, com duas representantes no "top 10" do Ibovespa: Hapvida (HAPV3) e Rede D'Or (RDOR3).
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Apesar do bom desempenho de empresas como a JBS, o Ibovespa caiu em maio e duas ações do principal índice da B3 caíram mais de 20% no mês.
O destaque negativo ficou com o IRB (IRBR3), que afundou 25,71% na esteira dos dados das enchentes do Rio Grande do Sul para o setor de seguros. O outro papel que perdeu mais de 20% foi o da Petz (PETZ3), que havia subido 8,28% em abril.
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