Vale (VALE3) esclarece avaliação de ativos e descarta entrada na Bamin
A mineradora ressaltou que não possui interesse em adquirir participação na Bamin.
O Oriente Médio se configura como um mercado promissor para a Vale (VALE3), com potencial para alcançar 67 milhões de toneladas em vendas de minério de ferro e aglomerados, segundo projeções do CEO da empresa, Eduardo Bartolomeo. As vendas já somam 27 milhões de toneladas.
⚡No Invest in Dignity, evento do FII Institute no Rio de Janeiro, Bartolomeo ressaltou a competitividade energética do Brasil e do Oriente Médio como alternativas aos combustíveis fósseis. Ele também comentou sobre a relevância da região no contexto da transição energética e dos negócios com metais críticos.
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Além disso, o CEO da Vale citou que os Estados Unidos possuem gás natural competitivo na produção de hidrogênio, mas que o Brasil sai na frente por causa da sua matriz elétrica superior. Já sobre a China, Bartolomeo destacou o crescimento contínuo das manufaturas e a alta demanda por minério de ferro.
💲A declaração chega um dia após a mineradora apresentar uma nova proposta de R$ 140 bilhões por danos causados pelo rompimento da barragem em Mariana, em 2015. "Os valores da nova proposta são para 100%, o que inclui uma contribuição de 50% da BHP Brasil e da Vale como devedores secundários, caso a Samarco não possa financiar como devedor primário".
A mineradora ressaltou que não possui interesse em adquirir participação na Bamin.
O fundo do BB vê a troca de Stieler como renovação natural, alinhada à demanda do mercado por mais independência institucional.