Petrobras (PETR4) puxa Ibovespa para cima com Brent a US$ 95; dólar cai a R$ 4,97
O índice subiu 0,24% com suporte da Petrobras e do Brent a US$ 95, em pregão de volume fraco pela véspera do feriado.
Em teleconferência de resultados nesta sexta-feira (6), a presidente da Petrobras (PETR4) comentou sobre o impacto da guerra no preço do petróleo. Neste dia, a commodity alcançou o patamar de US$ 90, um dos maiores da história, em decorrência da guerra no Oriente Médio.
Em resposta a um analista financeiro, a executiva disse que a empresa está preparada para enfrentar qualquer cenário para os preços do óleo. Também destacou que não há discussões internas sobre políticas de variação de preço neste momento.
“Estamos vivendo um momento de alta instabilidade geopolítica, então estamos trabalhando para que a empresa seja capaz de operar em qualquer cenário. É importante destacar que começamos o ano de 2025 com o petróleo em US$ 85, mas terminamos com ele em US$ 60, sendo que houve momentos em que chegou a US$ 65”, destacou Chambriard.
Os executivos ainda comentaram sobre as exportações brasileiras e destacaram que os principais mercados consumidores estão fora do mapa da guerra. “Os mercados que a gente abastece estão fora da região de conflito, como China, Índia e Europa. Há uma valorização e um posicionamento mais interessante para a companhia neste momento”, afirma.
Leia mais: Petrobras (PETR4) lucra R$ 110 bi e CEO repete recado: 'Quem apostar contra vai perder'
Reportagem em atualização. Mais informações a seguir.
O índice subiu 0,24% com suporte da Petrobras e do Brent a US$ 95, em pregão de volume fraco pela véspera do feriado.
Só a estatal pagará R$ 8,1 bilhões em JCP para os acionistas registrados na 4ª feira (22).