Flávio Bolsonaro vê "falência política" de Lula em 2026, após queda de Jorge Messias

Indicado pelo presidente Lula ao STF sofre derrota no Senado e pré-candidato cita desgaste político.

Author
Publicado em 29/04/2026 às 21:39h Publicado em 29/04/2026 às 21:39h por Lucas Simões
"Prova da falência da viabilidade política... do governo Lula", diz Flávio Bolsonaro (Imagem: Carlos Moura/Agência Senado)
"Prova da falência da viabilidade política... do governo Lula", diz Flávio Bolsonaro (Imagem: Carlos Moura/Agência Senado)
Em repercussão à derrota contabilizada por Lula no Senado Federal, o também senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL/Rio de Janeiro) disse à imprensa na noite desta quarta-feira (24) que estamos diante da "falência política de Lula".
Isso porque o advogado-geral da União, Jorge Messias, o nome escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar a cadeira deixada antecipadamente pelo ex-ministro Luís Barroso da Suprema Corte, teve rejeição da maioria dos senadores em votação no plenário.
Com o placar de 42 votos contrários e apenas 34 votos a favor, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro aproveitou a ocasião para ilustrar a inviabilidade política de seu principal adversário nas Eleições 2026.
“Esse resultado aqui é a prova da falência da viabilidade política, da sustentação política do governo Lula aqui no Congresso Nacional”, afirmou Flávio Bolsonaro após a votação no Senado que barrou Jorge Messias ao STF.
O pré-candidato à Presidência do Brasil teceu diversas críticas ao atual comando do Poder Executivo e frisou o sentimento de desgaste político que o governo Lula enfrenta tanto no Senado Federal quanto na Câmara dos Deputados.
“Não é uma derrota do Messias, é uma derrota do governo Lula”, disse Flávio Bolsonaro, em alusão ao fato de que a atual gestão do governo federal tem dificuldade para aprovar sua agenda no Poder Legislativo.
De prático, caso o presidente Lula queira arriscar uma nova indicação ao STF, terá de recomeçar todos os trâmites a partir do zero, desde a convocação de sabatina até uma nova votação dos senadores em plenário.