Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Quem está pensando em fazer um churrasco de aniversário, por exemplo, vai ter que desembolsar um pouquinho mais neste ano. Isso porque o chamado “kit churrasco” aumentou mais que a inflação nos últimos 12 meses.
Os dados são do IBGE, que também acompanha a inflação oficial do país. Enquanto o IPCA cresceu 4,1% entre março de 2025 e março de 2026, os itens que compõem a cesta fictícia avançaram até mais de 6%.
O destaque vai para a cerveja, que inflou 6,06% no período, influenciada pelo custo de produção. Já as carnes terminaram o período em 5,68%, conforme acompanhamento da entidade.
Embora o valor pareça bastante alto, fica mais tímido quando analisado o intervalo de doze meses até janeiro do ano passado. Neste caso, só as carnes subiram cerca de 22%, em um período marcado por estiagem e pela valorização do dólar.
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Mas nem sempre foi assim, afirmam especialistas do setor. Conforme destaca reportagem do InfoMoney, nos últimos dez anos, o preço da cerveja performou até melhor que a inflação geral, mostrando que as fabricantes não repassam todos os custos aos consumidores.
Segundo Paulo Petroni, diretor-geral da CervBrasil (Associação Brasileira da Indústria da Cerveja), o movimento se deve ao fato de que há muita concorrência no Brasil, então as marcas não podem repassar todo o aumento às gôndolas dos supermercados. Se assim o fizessem, perderiam mercado para seus concorrentes, já que os clientes tendem a trocar de marca quando não podem pagar pelo produto.
Consumidor sente peso no bolso
Neste segundo trimestre, os consumidores começam a sentir um pouco mais o peso dos aumentos individuais de alguns produtos. Depois que muitas empresas seguraram aumentos relacionados às importações, agora começam a repassar custos como a alta do frete nacional e internacional.
Uma pesquisa publicada na quarta-feira (15) pela Genial/Quaest mostra que 72% dos brasileiros perceberam alta nos alimentos no último mês. Apenas 18% dos entrevistados disseram não ter sentido pressão nos preços ao longo de março.
Tomate, cebola, batata e justamente as carnes foram os itens mais citados por quem respondeu o questionário dos institutos.
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