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BTG Pactual (BPCA11) iniciou 2026 com resultados recordes. O banco reportou lucro líquido de R$ 4,57 bilhões no 1T26 (primeiro trimestre de 2026), avanço de 42% em relação ao mesmo período do ano passado e alta de 4% na comparação com o quarto trimestre de 2025.
A receita total somou R$ 9,97 bilhões entre janeiro e março, crescimento anual de 34%, impulsionada pelo desempenho de diferentes áreas do banco, incluindo wealth management, corporate lending, sales & trading e consumer finance, diz comunicado ao mercado.
Entre os destaques do trimestre, a unidade de Wealth Management & Personal Banking registrou receita de R$ 1,52 bilhão, alta de 45% em um ano. Já a área de Consumer Finance & Banking avançou 40%, para R$ 1,12 bilhão. O segmento de Sales & Trading entregou R$ 1,88 bilhão em receitas, enquanto Corporate Lending & Business Banking alcançou R$ 2,33 bilhões no período.
O banco também apresentou crescimento relevante em sua estrutura patrimonial. O total de ativos atingiu R$ 845,6 bilhões ao fim de março, avanço de 39% na comparação anual. As operações de crédito cresceram 21%, para R$ 196,2 bilhões, enquanto os depósitos subiram 31%, chegando a R$ 190,1 bilhões.
As despesas operacionais totais ficaram em R$ 4,23 bilhões no trimestre, alta de 25% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Mesmo assim, o lucro antes dos impostos avançou 42%, somando R$ 5,74 bilhões.
Receitas
O trimestre também foi marcado pelo fortalecimento das áreas ligadas à gestão de patrimônio e investimentos. A divisão de Asset Management registrou receita de R$ 783 milhões, crescimento de 7% em um ano, enquanto a linha de Interest & Others avançou 41%, para R$ 1,71 bilhão.
Na visão ajustada divulgada pelo banco, os bônus pagos aos funcionários totalizaram R$ 1 bilhão no trimestre, enquanto salários e benefícios alcançaram R$ 986 milhões. As despesas administrativas e outras somaram R$ 1,14 bilhão. O patrimônio líquido do BTG encerrou março em R$ 74,5 bilhões, crescimento de 25% na comparação anual.