21 ações que pagarão mais dividendos em 2025, segundo BTG Pactual
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Hoje não é sexta-feira 13, mas o dia pode ser agitado para o mercado financeiro. Ao menos três eventos podem ditar o rumo da bolsa de valores ao longo de hoje (23).
O primeiro deles é a divulgação do IPCA-15, considerada a prévia da inflação oficial. Os dados de preços no Brasil devem ser liberados às 9h, antes da abertura do pregão na B3.
Diante disso, o indicador pode ditar o rumo do Ibovespa, com os investidores fazendo suas apostas para a inflação oficial e também para a taxa de juros. O movimento dos preços é crucial para que o Banco Central recalibre suas projeções para decidir o rumo da Selic nas próximas semanas.
A projeção do mercado é de que o indicador venha na faixa de 0,40% a 0,49%, o que representaria uma redução em relação aos 0,70% registrados em setembro. A análise é que as quedas nas contas de luz devem dar um fôlego para o indicador inflacionário.
O dia também contará com outras pesquisas eleitorais que devem mostrar o cenário para o segundo turno das eleições presidenciais, marcadas para o próximo domingo (25). Os levantamentos divulgados até hoje mostram Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) numericamente empatados.
Bolsonaro liderou a votação no primeiro turno, quando saiu com 47% dos votos válidos. Já Lula apareceu com 45% da preferência, em um revés para o que mostram as pesquisas de intenção de voto.
Mais à noite, os olhos estarão atentos à TV Globo, onde acontece o último debate entre os presidenciáveis. O encontro está agendado para as 21h20 e já foi confirmado pela campanha de ambos os candidatos.
Comandado por César Tralli, o debate será dividido em quatro blocos, sendo um com tema livre e três com temas definidos pelos jornalistas da emissora. Os candidatos também terão um tempo extra para fazer suas considerações finais.
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.