Weg (WEGE3) cresce no exterior e lucro chega a R$ 1,6 bilhão no 3T26

Companhia registra queda lucro de nove meses, mas amplia a receita e destaca o desempenho dos negócios internacionais.

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Publicado em 21/10/2026 às 10:10h - Atualizado em 21/10/2026 às 11:42h Publicado em 21/10/2026 às 10:10h Atualizado em 21/10/2026 às 11:42h por Wesley Santana
Weg tem mais de R$ 200 milhões em valor de mercado, segundo a B3 (Imagem: Shutterstock)
Weg tem mais de R$ 200 milhões em valor de mercado, segundo a B3 (Imagem: Shutterstock)

Na manhã desta quarta-feira (21), a Weg (WEGE3) publicou o balanço do terceiro trimestre de 2026. No período, a empresa registrou lucro líquido de R$ 1,6 bilhão, com queda de 2,2% em relação ao ano anterior.

A empresa auferiu uma receita operacional líquida de R$ 10,86 bilhões, o que representa avanço de 5,7%. Já o Ebitda da companhia avançou 3,1%, somando R$ 2,35 bilhões.

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No acumulado de janeiro a setembro, porém, houve recuo de 2,2% no lucro, que ficou em R$ 4,68 bilhões. Neste período, as receitas totais foram de R$ 30,4 bilhões, enquanto o Ebitda caiu 0,7% e ficou em R$ 6,6 bilhões.

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O grande destaque do balanço foram os números da empresa fora do Brasil. A receita no exterior avançou 14,8% e chegou a R$ 1,32 bilhão pela primeira vez na história, além de agora representar mais de 67% da receita total da Weg.

A maior parte desse resultado vem da América do Norte, que concentra hoje 54,7% das receitas internacionais da empresa. Na sequência, aparece a América Latina, seguida da Europa, mostra o documento.

“Seguimos confiantes em nosso modelo de diversificação de produtos e soluções, flexibilidade operacional e presença global, que possibilita aproveitarmos as oportunidades presentes em diferentes mercados de atuação”, afirma a WEG no balanço.

Empresa está otimista

Os números apresentados pela companhia mostram a consolidação de uma trajetória de crescimento que a empresa vem apresentando já há muito tempo. A administração destaca que os segmentos de data centers seguem trazendo efeitos positivos, com aumento da demanda por parte dos clientes.

“A demanda por grupos geradores para atender data centers tem crescido. A aquisição da Marathon, nos EUA, foi estratégica. Anunciamos um crescimento de grande porte para aumentar nossa produção de geradores na América do Norte”, disse Rodrigues. “Como no trimestre passado, tivemos crescimento de sistemas de ventilação e refrigeração voltados a data centers”, disse o diretor financeiro da companhia, André Rodrigues.