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O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) viu seu lucro recorrente avançar 17% no primeiro trimestre de 2026, conforme balanço divulgado na manhã desta terça-feira (12). O banco estatal chegou ao fim de março com R$ 3,1 bilhões, somando R$ 15,6 bilhões no acumulado de 12 meses, o maior índice já registrado na história.
O relatório também destaca que os ativos totais do banco de fomento alcançaram o maior valor nominal da história, depois de ultrapassarem a marca de R$ 1 trilhão. Esse montante reúne todas as participações que a companhia mantém em várias empresas, além de saldos de empréstimos em aberto.
Parte deste crescimento se deve à valorização de ativos nos quais o BNDES mantém exposição. Petrobras (PETR4), JBS (JBSS322) e Axia Energia (AXIA3) entregaram bons números à carteira de participações societárias, que terminou o período em R$ 110,3 bilhões, com crescimento de 27% em relação ao trimestre anterior.
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O Índice de Basileia, que mostra o perfil do negócio, por sua vez, registrou uma queda, terminando o trimestre em 24,1%. Na comparação com outros bancos do país, o BNDES tem um indicador mais elevado que as instituições listadas na B3.
“Um dos objetivos na gestão do Mercadante é retornar ao tamanho do BNDES pré-crise de 2008”, disse o diretor Nelson Barbosa, durante coletiva de imprensa em São Paulo. “Esperamos atingir os 2% do PIB até o final deste ano, a depender da taxa de juros, da economia e do cenário internacional”, continuou.
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