Grandes investidores do Brasil: histórias e estratégias para se inspirar
Conheça 6 investidores que construíram patrimônio na bolsa brasileira: estratégias, carteiras e filosofias.
Publicado em 05/08/2026
Luiz Inácio Lula da Silva é um ex-metalúrgico, líder sindical e político brasileiro que exerce seu terceiro mandato como presidente da República e disputa a reeleição em 2026.
Nascido em 27 de outubro de 1945, em Garanhuns, Pernambuco, Caetés, atual município pernambucano, fazia parte de Garanhuns naquele período.
Fundador do Partido dos Trabalhadores, o PT, Lula presidiu o Brasil entre 2003 e 2010 e voltou ao Palácio do Planalto em janeiro de 2023, depois de derrotar Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. Sua trajetória política atravessa mais de quatro décadas.
Lula atuou na liderança das greves do ABC paulista, na criação do PT, passou por três derrotas presidenciais antes da primeira vitória, dois governos consecutivos, a prisão no âmbito da Operação Lava Jato, a anulação das condenações pelo Supremo Tribunal Federal e o retorno à Presidência.
Na política institucional, foi deputado federal constituinte, candidato à Presidência em 1989, 1994, 1998, 2002, 2006, 2022 e 2026. Venceu três eleições presidenciais até o momento, considerando as vitórias de 2002, 2006 e 2022 e a atual disputa ainda em andamento em 2026.
Lula é o 35º e o 39º presidente da República e, até outubro de 2026, permanece no exercício do terceiro mandato.
A trajetória de Lula começou longe da política institucional. Filho de Aristides Inácio da Silva e Eurídice Ferreira de Melo, conhecida como dona Lindu, Lula nasceu em uma família de trabalhadores rurais e foi o sétimo entre oito filhos.
Ainda criança, migrou com a mãe e os irmãos para o estado de São Paulo. A família chegou ao litoral paulista em 1952 e posteriormente se estabeleceu na região metropolitana de São Paulo.
A família vivia com poucos recursos e Lula começou a trabalhar ainda jovem. Passou por ocupações informais e, aos 14 anos, ingressou na Fábrica de Parafusos Marte enquanto estudava no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, o Senai.
Concluiu a formação profissional como torneiro mecânico e passou a trabalhar em empresas metalúrgicas. Em 1964, enquanto estava na Metalúrgica Independência, sofreu um acidente de trabalho que resultou na perda do dedo mínimo da mão esquerda.
Na segunda metade da década de 1960, foi contratado pela Metalúrgica Villares, em São Bernardo do Campo. A empresa estava localizada no centro da região industrial que posteriormente se tornaria um dos principais polos do movimento sindical brasileiro.
Lula aproximou-se do sindicato por influência de seu irmão José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico. Em 1969, tornou-se suplente da diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema.
Lula não cursou universidade. Sua principal formação profissional ocorreu no Senai, onde se qualificou como torneiro mecânico.
A experiência industrial foi fundamental para sua entrada no movimento sindical. Depois de trabalhar em diferentes fábricas, passou a atuar na Metalúrgica Villares e a participar de atividades do sindicato dos metalúrgicos.
Em 1972, tornou-se primeiro-secretário da entidade. Três anos depois, foi eleito presidente do sindicato com 92% dos votos e passou a representar cerca de 100 mil trabalhadores.
A segunda metade dos anos 1970 foi marcada pelo crescimento das mobilizações trabalhistas na região do ABC paulista.
Em 1978, metalúrgicos começaram uma nova onda de greves por reajustes salariais. Os movimentos de 1979 e 1980 ganharam dimensão nacional e colocaram Lula entre os principais líderes sindicais do país.
Em abril de 1980, durante uma greve, o governo federal interveio no sindicato e Lula foi preso com base na Lei de Segurança Nacional. Ficou detido por 31 dias. Naquele mesmo período, participou da formação de uma nova organização partidária.
A trajetória política de Lula começou formalmente com a fundação do Partido dos Trabalhadores, em 1980, mas sua presença eleitoral só se consolidaria ao longo das décadas seguintes.
O PT foi criado em 1980 por sindicalistas, intelectuais, representantes de movimentos sociais, setores progressistas da Igreja Católica e militantes de esquerda.
Lula tornou-se a principal liderança pública do novo partido. Em 1982, disputou o governo de São Paulo e terminou a eleição em quarto lugar. A derrota não interrompeu sua ascensão dentro do PT.
Durante a campanha pelas Diretas Já, em 1984, Lula participou de manifestações pela retomada das eleições presidenciais diretas.
Em 1986, foi eleito deputado federal por São Paulo com mais de 650 mil votos, uma das maiores votações daquele pleito. Como parlamentar, participou da Assembleia Nacional Constituinte responsável pela Constituição de 1988.
Lula disputou a Presidência pela primeira vez em 1989, a primeira eleição direta para o cargo desde 1960. Chegou ao segundo turno contra Fernando Collor de Mello e foi derrotado.
Voltou a concorrer em 1994 e 1998. Nas duas eleições, perdeu para Fernando Henrique Cardoso no primeiro turno. Durante esse período, o PT consolidou sua presença no Congresso, em governos estaduais e em prefeituras.
Lula também modificou progressivamente sua estratégia eleitoral. Na campanha de 2002, apresentou a chamada Carta ao Povo Brasileiro, na qual assumiu compromissos com contratos, estabilidade econômica e responsabilidade fiscal.
Essa mudança ajudou a reduzir resistências de parte do setor empresarial e financeiro à sua candidatura.
Lula venceu a eleição presidencial de 2002 no segundo turno contra José Serra. Recebeu aproximadamente 52,8 milhões de votos, equivalentes a 61,27% dos votos válidos.
José Alencar, empresário mineiro do setor têxtil, foi eleito vice-presidente. A posse ocorreu em 1º de janeiro de 2003 e marcou a primeira chegada do PT ao Palácio do Planalto.
O primeiro mandato de Lula ocorreu entre 2003 e 2006. Na economia, o governo manteve pilares macroeconômicos existentes desde a administração anterior, como metas de inflação, câmbio flutuante e busca de superávits primários.
Antonio Palocci assumiu o Ministério da Fazenda e Henrique Meirelles tornou-se presidente do Banco Central.
Durante o período, o país beneficiou-se do crescimento do comércio internacional e da valorização das commodities, ao mesmo tempo em que houve expansão do consumo doméstico, do crédito e da renda.
Uma das principais medidas sociais foi a criação do Bolsa Família, em 2003. O programa reuniu iniciativas federais anteriores de transferência de renda e ampliou a cobertura para famílias de baixa renda.
O governo também lançou o Prouni em 2004, criando bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior para estudantes de menor renda.
A política de valorização do salário mínimo ganhou importância ao longo do período e tornou-se posteriormente uma política permanente.
Mensalão
Em 2005, o governo enfrentou sua maior crise política do primeiro mandato. Denúncias deram origem ao chamado Mensalão, esquema de pagamentos a parlamentares que posteriormente foi analisado pelo Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470.
Dirigentes do PT, parlamentares e empresários foram condenados pelo STF anos depois. Lula não foi réu na ação penal. Apesar da crise, conseguiu reconstruir apoio político e venceu a eleição presidencial de 2006.
Lula iniciou o segundo mandato em janeiro de 2007 depois de derrotar Geraldo Alckmin no segundo turno da eleição de 2006.
O período foi marcado pela continuidade da expansão do mercado de trabalho, aumento da renda e crescimento do consumo.
O governo lançou o Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, em 2007. A iniciativa reuniu obras e investimentos em infraestrutura, habitação, energia, logística e saneamento.
Em 2009, entrou em operação o programa Minha Casa, Minha Vida, voltado ao financiamento e à construção de moradias. O mandato também atravessou a crise financeira internacional de 2008.
O governo respondeu com redução de alguns tributos, expansão do crédito por bancos públicos e aumento de investimentos para sustentar a atividade econômica.
Depois de uma pequena retração do PIB em 2009, a economia brasileira cresceu 7,5% em 2010.
Lula deixou a Presidência em janeiro de 2011 com elevada aprovação popular e apoiou a candidatura de Dilma Rousseff, eleita sua sucessora.
Operação Lava Jato
Depois de deixar a Presidência, Lula tornou-se alvo de investigações relacionadas à Operação Lava Jato. Em 2017, o então juiz federal Sergio Moro o condenou no processo do triplex do Guarujá por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A condenação foi confirmada em segunda instância e Lula começou a cumprir pena em abril de 2018. Permaneceu preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba por 580 dias.
Naquele ano, o PT chegou a registrar Lula como candidato à Presidência, mas a Justiça Eleitoral impediu a candidatura em razão da Lei da Ficha Limpa.
Fernando Haddad o substituiu na disputa. Lula foi libertado em novembro de 2019 após o Supremo Tribunal Federal alterar o entendimento sobre prisão depois de condenação em segunda instância.
Em março de 2021, o ministro Edson Fachin anulou as condenações relacionadas aos processos julgados pela 13ª Vara Federal de Curitiba porque considerou que aquele juízo não tinha competência para analisar os casos.
O plenário do STF confirmou a decisão no mês seguinte. Com a anulação, Lula recuperou seus direitos políticos. Em outro julgamento, a Segunda Turma do STF declarou a parcialidade de Sergio Moro na condução do processo do triplex.
As decisões não equivaleram a uma absolvição após análise do mérito das acusações originais. Elas invalidaram os processos e condenações nas condições em que haviam sido conduzidos em Curitiba.
Como Lula voltou à Presidência em 2022?
Lula voltou a disputar a Presidência em 2022, tendo Geraldo Alckmin como candidato a vice. A composição representou uma mudança política relevante, já que Alckmin havia sido adversário de Lula na eleição presidencial de 2006.
No primeiro turno, Lula ficou à frente de Jair Bolsonaro, mas não alcançou maioria absoluta dos votos válidos. O segundo turno ocorreu em 30 de outubro de 2022.
Lula venceu com pouco mais de 60 milhões de votos e 50,90% dos votos válidos, contra 49,10% de Bolsonaro.
A diferença foi de aproximadamente 2,1 milhões de votos, a menor registrada em uma eleição presidencial brasileira desde a redemocratização. Lula tomou posse para o terceiro mandato em 1º de janeiro de 2023.
O terceiro governo Lula começou com uma agenda econômica e social diferente daquela dos primeiros mandatos. Fernando Haddad assumiu o Ministério da Fazenda e passou a liderar a política econômica.
Entre as principais mudanças esteve a substituição do teto de gastos pelo novo arcabouço fiscal, aprovado em 2023.
A nova regra vinculou o crescimento das despesas a limites relacionados ao avanço das receitas e estabeleceu metas para o resultado primário.
O governo também retomou uma política permanente de valorização real do salário mínimo.
Uma das principais mudanças estruturais do terceiro mandato foi a reforma tributária sobre o consumo. A Emenda Constitucional 132, promulgada em dezembro de 2023, alterou a estrutura de tributação brasileira.
O novo modelo substitui gradualmente diferentes tributos por um sistema de imposto sobre valor agregado dividido entre CBS e IBS.
A regulamentação aprovada posteriormente estabeleceu também mecanismos como cashback para famílias de baixa renda e alíquota zero para determinados produtos da cesta básica.
Em 2025, o governo também aprovou mudanças no Imposto de Renda que passaram a produzir efeitos em 2026, incluindo ampliação da isenção para rendimentos mensais de até R$ 5 mil e tributação mínima para determinados contribuintes de alta renda.
O Bolsa Família foi reformulado em 2023. O programa voltou a garantir valor mínimo de R$ 600 por família, acompanhado de benefícios adicionais relacionados ao número e à idade de crianças, adolescentes e gestantes.
Em outubro de 2026, o valor mínimo foi reajustado para R$ 691, após correção baseada no INPC. O governo também lançou o programa Desenrola Brasil para renegociação de dívidas e retomou o Minha Casa, Minha Vida.
Na infraestrutura, uma nova versão do PAC foi apresentada em 2023 com projetos em áreas como transportes, energia, saneamento e habitação.
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Como ficou a economia no terceiro governo Lula?
Entre 2023 e 2025, a economia brasileira registrou crescimento em todos os anos. Em 2025, o Produto Interno Bruto avançou 2,3% e atingiu R$ 12,7 trilhões.
O mercado de trabalho também apresentou indicadores fortes. A taxa média anual de desemprego caiu para 5,6% em 2025, a menor da série histórica da PNAD Contínua iniciada em 2012.
No segundo trimestre de 2026, a taxa estava em 5,4%. Ao mesmo tempo, a situação fiscal tornou-se um dos principais desafios econômicos do governo.
A dívida bruta aumentou ao longo do mandato e ultrapassou 82% do PIB em 2026. O crescimento das despesas obrigatórias e o custo elevado dos juros ampliaram o debate sobre a sustentabilidade do novo arcabouço fiscal.
Por isso, o desempenho do período combina mercado de trabalho forte e crescimento econômico com pressão crescente sobre as contas públicas.
Política externa e atuação internacional
Lula retomou no terceiro mandato uma política externa baseada em multilateralismo e maior participação brasileira em organizações internacionais.
O governo buscou fortalecer o Mercosul, ampliar a atuação nos BRICS e recuperar relações diplomáticas que haviam se deteriorado nos anos anteriores.
O grupo dos BRICS também passou por expansão durante o período, incorporando novos integrantes.
O Brasil voltou a colocar temas ambientais no centro de sua diplomacia e recebeu a COP30 em Belém em 2025.
Lula também participou de debates internacionais sobre reforma da governança global, combate à fome, tributação de grandes fortunas e conflitos internacionais.
Em 2024, o Brasil presidiu o G20 e sediou a reunião de líderes no Rio de Janeiro.
A política externa continuou, porém, sujeita a controvérsias em razão de declarações do presidente sobre guerras e governos estrangeiros.
Lula candidato à Presidência em 2026
Sim. Lula é candidato à reeleição nas eleições presidenciais de 2026. A candidatura é pelo PT, com Geraldo Alckmin novamente como candidato a vice-presidente.
O primeiro turno ocorreu em 4 de outubro de 2026. Lula recebeu 53.876.617 votos, equivalentes a 45,16% dos votos válidos.
Flávio Bolsonaro terminou em primeiro lugar com 56.104.268 votos, ou 47,03%. Como nenhum candidato ultrapassou 50% dos votos válidos, os dois avançaram para o segundo turno.
A votação definitiva está marcada para 25 de outubro de 2026. Por isso, na atualização deste artigo, ainda não é possível afirmar se Lula exercerá um quarto mandato a partir de 2027.
Lula declarou R$ 4.775.650,64 em bens à Justiça Eleitoral na candidatura presidencial de 2026.
A maior parte está concentrada em aplicações financeiras e previdência privada.
Entre os bens declarados estão aproximadamente R$ 3,76 milhões em aplicações financeiras, cerca de R$ 739 mil em imóveis e R$ 49 mil correspondentes a uma participação de 98% na empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações.
Também aparecem um veículo e outros direitos patrimoniais.
Esses números representam os valores declarados pelo próprio candidato ao TSE e não necessariamente o valor atual de mercado de cada bem.
Por isso, patrimônio eleitoral declarado não deve ser tratado automaticamente como estimativa de fortuna líquida.
A declaração eleitoral de 2026 mostra que a maior parcela dos bens de Lula está em produtos financeiros.
Entre eles aparecem planos VGBL, fundos de renda fixa, aplicações bancárias e uma pequena posição em fundo imobiliário.
O presidente também declarou participações em imóveis localizados em São Bernardo do Campo, incluindo terreno, apartamento e imóvel em construção.
Há ainda participação societária na empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações.
Esses dados permitem descrever os ativos declarados, mas não sustentam a conclusão de que Lula siga uma estratégia pública de investimento específica.
A declaração ao TSE é um documento patrimonial e não uma carteira de investimentos estruturada para divulgação.
Vida pessoal e família de Lula
Lula foi casado três vezes. Sua primeira esposa foi Maria de Lourdes da Silva, que morreu em 1971 durante uma gravidez.
Posteriormente, Lula se casou com Marisa Letícia Casa, em 1974. Marisa acompanhou sua trajetória sindical e política durante mais de quatro décadas e morreu em 2017 após sofrer um acidente vascular cerebral.
Em 2022, Lula se casou com a socióloga Rosângela da Silva, conhecida como Janja. Ela ocupa o papel de primeira-dama durante o terceiro mandato e participa de atividades públicas e agendas relacionadas a temas sociais.
Lula tem cinco filhos: Lurian, Fábio Luís, Sandro Luís, Marcos Cláudio e Luís Cláudio.
Nascimento registrado em outra data: Lula nasceu em 27 de outubro de 1945, embora seu registro civil tenha indicado 6 de outubro.
Migração ainda criança: em 1952, viajou com a mãe e os irmãos de Pernambuco para o litoral de São Paulo.
Formação profissional no Senai: qualificou-se como torneiro mecânico antes de atuar no setor metalúrgico.
Acidente de trabalho: perdeu o dedo mínimo da mão esquerda enquanto trabalhava na Metalúrgica Independência.
Presidente do sindicato aos 29 anos: foi eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema em 1975.
Fundador do PT: participou da criação do Partido dos Trabalhadores em 1980.
Sete campanhas presidenciais: disputou o Planalto em 1989, 1994, 1998, 2002, 2006, 2022 e 2026.
Três mandatos presidenciais: governou de 2003 a 2010 e voltou à Presidência em 2023.
580 dias preso: permaneceu detido em Curitiba entre abril de 2018 e novembro de 2019.
Patrimônio de R$ 4,78 milhões: esse foi o total de bens declarado ao TSE na candidatura de 2026.
Luiz Inácio Lula da Silva construiu uma trajetória que começou no chão de fábrica, passou pela liderança sindical no ABC paulista e chegou três vezes à Presidência da República.
Depois de participar da fundação do PT em 1980 e perder três eleições presidenciais consecutivas, Lula venceu pela primeira vez em 2002 e foi reeleito em 2006.
Seus dois primeiros governos combinaram expansão de programas sociais, crescimento do emprego e da renda, aumento do crédito e medidas como Bolsa Família, Prouni e PAC, ao mesmo tempo em que enfrentaram crises políticas como o Mensalão.
No terceiro mandato, iniciado em 2023, foram aprovados o novo arcabouço fiscal e a reforma tributária sobre o consumo, enquanto o país registrou crescimento econômico e queda do desemprego.
Em paralelo, a elevação da dívida pública tornou o equilíbrio fiscal um dos principais desafios da administração.
Em 2026, Lula disputa a reeleição. Recebeu 45,16% dos votos válidos no primeiro turno e enfrenta Flávio Bolsonaro no segundo turno de 25 de outubro.
Na declaração apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral para a eleição de 2026, Lula informou patrimônio de R$ 4,78 milhões.
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