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Quem vive nas grandes cidades pode já ter notado “caras” novas paradas nos semáforos. Os veículos elétricos começam a se destacar no trânsito brasileiro e, no ano passado, registraram um crescimento de 26% em suas vendas.
No total, ao longo do ano, foram mais de 223 mil veículos saindo das concessionárias, conforme mostram dados do Relatório de Mobilidade Sustentável. O documento destaca que a frota deste tipo de automóvel já chega a 8,8% do mercado nacional.
Os anos anteriores já vinham apresentando variações importantes, como em 2024, quando foram vendidas 177 mil unidades. O país também lidera entre seus vizinhos, com quase metade das vendas de elétricos em toda a América Latina, ainda conforme o relatório produzido pela Latam Mobility & Net Zero Brasil.
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“A eletrificação no Brasil parte de uma vantagem que poucos mercados têm. Um carro elétrico aqui já nasce com uma pegada de carbono menor do que em países onde a matriz energética é mais intensiva em emissões. Isso muda completamente a lógica de impacto ambiental e de competitividade do setor”, diz Daniela Garcia, diretora da LATAM Mobility no Brasil.
A grande diferença na comparação entre os dois últimos anos foi a categoria dos automóveis preferidos pelos motoristas. O 100% elétrico deixou de ser favorito, dando lugar aos híbridos plug-in, que são mais flexíveis em termos de abastecimento, pois permitem cargas tanto elétricas quanto a combustão.
Apesar dessa aceleração, o país continua tendo como problema a infraestrutura que atenda a todos esses novos veículos. Por isso, apenas 10 estados concentram quase todas as vendas de elétricos e os postos de abastecimento no Brasil.
“O Brasil já entrou definitivamente no mapa da eletromobilidade global, mas o próximo ciclo de crescimento depende de resolver gargalos estruturais, especialmente na infraestrutura”, diz Ronaldo Sandoval, diretor da EvolX para a América Latina. “A demanda já existe e cresce em ritmo acelerado. O desafio é garantir que a infraestrutura e o ambiente regulatório acompanhem esse avanço para evitar gargalos que possam frear o setor”, completa Garcia.
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