BRF (BRFS3) tomba quase 9% e lidera queda em bloco dos frigoríficos na B3
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🤑 Quem busca aproveitar ganhos ainda maiores com juros compostos ao longo de 2025 precisa se aventurar na renda fixa isenta da cobrança de imposto de renda (IR), como é caso dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs).
Apesar de tais títulos de crédito privado não terem a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), algumas emissões estão valendo muito a pena para os investidores que aguentam assumir um risco de crédito maior que o do Tesouro Direto, em troca de uma rentabilidade que também supera a de um CDB pagando 100% do CDI.
Isso porque os analistas do Itaú BBA estão de olho em dois CRAs com oportunidades de entrada ainda em fevereiro, aproveitando os patamares de rentabilidade já isentos de IR próximos de 13% ao ano, conforme dados da aba de renda fixa do Investidor10.
Entre as recomendações dos analistas do banco, em títulos de renda fixa relacionados ao agronegócio, aparece o CRA BRF IPCA+ 7,90% ao ano, com prazo de resgate somente em 2034.
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Com um risco financeiro considerado médio, esse título de renda fixa emitido pelo frigorífico pode multiplicar uma aplicação inicial de R$ 1 mil no montante líquido de R$ 3.209,28, após o período de 112 meses.
A ferramenta do Investidor10 também aponta que um CDB (Certificado de Depósito Bancário) que ofereça rendimento de 100% do CDI pode retornar R$ 2.447,43 nas mesmas condições.
📊 Dessa maneira, o investidor também tem a opção de diversificar sua carteira de renda fixa com títulos indexados à inflação (IPCA+), mesmo em um cenário em que a taxa Selic possa superar os 15% ao ano e favorecer o CDI, já que os juros reais pagos pelas companhias também encontra-se em patamares bastante elevados.
Os CRAs foram criados para oferecer uma alternativa para empresas ligadas ao agronegócio pegarem dinheiro emprestado dos investidores. A emissão desse tipo de renda fixa é realizada por securitizadoras, que adquirem os direitos creditórios originados de transações agrícolas, como financiamentos, vendas a prazo, arrendamentos, entre outros.
Por sua vez, esses direitos creditórios são transformados em títulos, os CRAs, que são então emitidos no mercado financeiro. Os investidores que adquirem tais créditos privados recebem uma remuneração, na forma de juros sobre o valor investido, e o principal é devolvido ao final do prazo estipulado.
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CRA Carrefour IPCA + 7,45% ao ano
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