Nubank (ROXO34) vai investir R$ 45 bi no Brasil em 2026; veja prioridades
O investimento quase dobrou nos últimos dois anos, sustentado pelo crescimento do negócio.
Se não bastasse o sucesso que o Nubank (ROXO34) faz dentro do Brasil, agora o banco digital também chama a atenção no exterior. A companhia foi a única do país a aparecer no ranking TIME100 Companies: Industry Leaders, que reúne as empresas mais influentes do setor financeiro no mundo em 2026.
O artigo destaca que a fintech tenta se provar viável no contexto em que o crescimento de empresas deste segmento se vê limitado em vários países. A expansão para além do Brasil mostra que há um vetor de aceleração, especialmente para mercados regulados, sobretudo com a possível chegada ao mercado norte-americano.
“A Nu encerrou 2025 com 131 milhões de clientes — incluindo 62% da população adulta do Brasil — 83% dos quais utilizam ativamente a plataforma, gerando US$ 16,3 bilhões em receita anual. Também lançou mais de 100 novos produtos e recursos”, diz o texto.
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O banco brasileiro celebrou o reconhecimento e disse que chega em um momento decisivo na expansão internacional. O desembarque em Washington deve ser um marco na estratégia de longo prazo da companhia.
“A presença do Nubank na lista da TIME reforça sua missão de combater a complexidade e empoderar as pessoas para que retomem o controle de suas vidas financeiras, utilizando tecnologia, design e dados para oferecer produtos simples, transparentes e justos em larga escala”, diz nota do Nu.
Essa é a primeira edição da lista, que é feita pela Time Magazine, uma das revistas semanais mais lidas nos Estados Unidos. No total, são 20 listas setoriais que destacam a influência das empresas ao redor do mundo.
Na América Latina, outra empresa que apareceu no ranking foi o Mercado Livre (MELI34), fundado na Argentina, mas que ganhou maior escala ao chegar ao Brasil. Neste caso, a Time destaca a subsidiária Mercado Pago, que já conta com 78 milhões de usuários e uma receita de US$ 12,6 bilhões.
“O Mercado Pago é cada vez mais o motor do crescimento. Sua vantagem é uma das que os bancos tradicionais não têm: um relacionamento duradouro com milhões de comerciantes e consumidores, além dos dados de transações para subscrevê-los”, diz o texto.
O ranking ainda traz a Kalshi, que não é uma empresa brasileira, mas foi fundada por uma brasileira, a empresária Luana Lara, que se tornou a bilionária mais jovem do mundo. “Um ano atrás, Kalshi era uma curiosidade. Hoje, a bolsa de mercado de previsões é avaliada em 22 bilhões de dólares, tem mais de 5 milhões de usuários e está no centro de uma disputa judicial que pode decidir se apostar em eleições, furacões ou inflação conta como finanças — ou se é apostar em um terno mais elegante”, escreve o editorial.
O investimento quase dobrou nos últimos dois anos, sustentado pelo crescimento do negócio.
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