Quem é leigo no universo das criptomoedas, provavelmente não conhece nada muito além do
Bitcoin (BTC) e do
Ethereum (ETH), ativos digitais que operaram no vermelho nos últimos 7 dias. Todavia, existem criptoativos alternativos que despontam no mesmo período, caso do
Hyperliquid (HYPE).
Essa rede blockchain de camada um (L1) funciona como um ecossistema digital, oferecendo suporte a empréstimos, financiamentos, ativos do mundo real (RWAs, na sigla em inglês), tornando-se uma força líder em finanças descentralizadas (DeFi).
O principal gatilho no curto prazo que levou o
HYPE a disparar ao redor de +33% nesta semana foi o lançamento do ETF Hyperliquid na bolsa de valores americana, que já angariou captação líquida de US$ 25,5 milhões no dia 20 de maio de 2026.
Vale destacar que a demanda despertada pelos investidores que optaram por alocar dinheiro na criptomoeda através do novo ETF Hyperliquid foi 17 vezes maior que a queima diária do Fundo de Assistência do token HYPE, cuja cifra é de US$ 1,4 milhão, conforme dados da consultoria Dune Analytics.
Outro aspecto que chama atenção é que o fluxo de dinheiro gerado pelo ETF Hyperliquid supera com folga o mecanismo de redução de oferta integrado ao token, uma dinâmica que pode restringir ainda mais a oferta disponível e potencialmente valorizar o preço de tela da criptomoeda.
Atualmente, o Hyperliquid é a décima moeda virtual mais valiosa do mundo, com valor de mercado de US$ 14,1 bilhões, logo atrás da famosa memecoin
Dogecoin (DOGE), com capitalização de US$ 17 bilhões, mesmo sendo apadrinhada pelo bilionário Elon Musk.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido US$ 1 mil em
Hyperliquid (HYPE) há 30 dias, hoje você teria US$ 1.341,10. Já o
Bitcoin (BTC) teria retornado US$ 974,41 nas mesmas condições.