Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Israel realiza, nesta terça-feira (27), suas eleições legislativas para escolher 120 parlamentares. Ao todo, 7,3 milhões de pessoas estão aptas a votar na maior democracia do Oriente Médio.
Até as 10h, cerca de 16% dos eleitores já haviam votado, conforme informações da Justiça Eleitoral. O número já indica um aumento da participação eleitoral.
Essa é a primeira vez que os israelenses vão às urnas desde os ataques do Hamas, em 2023. A eleição é importante porque o parlamento é responsável por formar o governo e definir a composição política que sustentará o primeiro-ministro.
Por isso, os olhos do mundo estão voltados para Tel Aviv, para entender se Benjamin Netanyahu deve continuar como líder de Israel.
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Até este momento, os políticos não conseguiram formar uma coalizão que fosse suficiente para garantir o número de cadeiras necessário para formar um governo. Netanyahu trabalha, portanto, para continuar à frente do país.
Diferentemente do Brasil, em Israel, a população não vota diretamente em quem vai liderar o país. O voto é em listas partidárias e, depois, os parlamentares participam das negociações para a formação do governo.
O primeiro-ministro tem, porém, um desafio bastante grande nas mãos, já que esse é o primeiro pleito desde o início da guerra contra o Hamas. Além de eleger os parlamentares, a população deve avaliar seu governo à frente de um dos maiores conflitos desta região.
Na oposição, o principal nome é o de Gadi Eisenkot, um general aposentado filiado ao partido Yashar. Ele perdeu um de seus filhos em combates realizados na Faixa de Gaza.
A expectativa é que os deputados desta coalizão consigam mais cadeiras no parlamento, mas não o suficiente para formar um governo sem o apoio de outras legendas. As últimas pesquisas eleitorais mostravam o cenário com a seguinte composição:
A comunidade internacional também olha com atenção para as eleições israelenses porque elas podem mostrar uma mudança de rumos na política global. No último final de semana, Brasil e Sérvia já realizaram seus pleitos.
No Brasil, Lula venceu Flávio Bolsonaro, enquanto, na Sérvia, estudantes derrotaram o partido que governou o país por décadas. Nos próximos dias, os próprios cidadãos dos EUA voltam às urnas para as eleições de meio de mandato.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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