Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Diferente da inflação oficial, alguns índices setoriais parecem mostrar um alívio no bolso dos consumidores. É o caso do IGP-M, que serve para monitorar o preço dos aluguéis no Brasil.
Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, o indicador terminou o mês de julho com variação negativa de 1,16%. Com isso, o IGP-M vem apresentando queda pela segunda vez consecutiva, já que, em junho, o recuo havia sido de 0,5%.
O resultado mais recente ficou dentro da expectativa dos analistas do mercado, que previam uma variação negativa de até 1,4%. Diante disso, o indicador acumula alta de 2,76% nos últimos 12 meses.
“O resultado do IGP-M segue amplamente influenciado pelo IPA [Índice de Preços ao Produtor Amplo], que registrou nova baixa puxada por combustíveis e derivados de petróleo. A reversão das pressões dos meses anteriores reflete o recuo das tensões entre EUA e Irã no Estreito de Ormuz, que reduziu as cotações internacionais do petróleo e se repassou rapidamente ao índice. Ainda assim, parte da cadeia petroquímica permanece pressionada por fretes, câmbio e óleos básicos”, afirmou o economista do FGV Ibre, Matheus Dias.
Leia mais: IPCA-15: Prévia da inflação desacelera mais do que o esperado em julho
Os números do IGP-M vêm alguns dias antes do resultado da inflação oficial, que tem sido acompanhada de perto pelo mercado. Com vários fatores internacionais contribuindo para a aceleração do indicador, este é um dos motivos pelos quais a taxa de juros está acima dos 14% ao ano.
No entanto, há quem aposte em um número mais tranquilo para este mês de julho. O IPCA-15, que funciona como a prévia da inflação oficial, divulgado há alguns dias, apontou uma aceleração de 0,06% no indicador, anotando um total de 3,5% nos últimos 12 meses.
A FGV também divulgou os dados do IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que registrou redução de 0,01% em julho. O órgão ainda publicou o resultado do INCC, que mede a construção civil e, neste caso, subiu 0,62% no mesmo período.
“O IPC apresentou desaceleração, refletindo a desinflação dos alimentos in natura, parcialmente compensada pela elevação das passagens aéreas — item pressionado pela sazonalidade das férias de julho e pelo repasse defasado de reajustes anteriores do QAV. Já no INCC, o avanço dos custos da construção civil permaneceu concentrado no componente de mão de obra, refletindo reajustes salariais observados principalmente em Recife e São Paulo, o que mantém a pressão sobre os custos do setor apesar da menor contribuição dos materiais de construção.”, continua Dias.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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