Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Dados divulgados na manhã desta sexta-feira (31) mostram que a inflação na Zona do Euro deve continuar persistente. Segundo a Eurostat, o aumento dos preços na região, que é composta por 21 países, deve avançar 0,1% em julho, chegando a 2,9% ao ano neste fim de mês.
O órgão espera um aumento na inflação geral, mas também na subjacente, que exclui alimentos e energia. Neste caso, o índice pode passar de 2,4% para 2,5% no intervalo de 12 meses.
E seriam justamente os gastos com energia que pesariam mais no bolso dos europeus ao longo das últimas semanas. Essa categoria seria responsável por uma aceleração de 10% nos preços, seguida pelos serviços, que avançariam 3,3% no intervalo de doze meses.
Os números publicados pela Eurostat estão acima da expectativa do mercado e acima da meta do Banco Central Europeu. O órgão projeta um resultado de 2% para o acumulado de 2026.
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Os maiores números da União Europeia vieram dos países do leste, que ultrapassam a casa de 4%. A líder é a Lituânia, que vê os preços avançarem 5,6% no acumulado dos últimos 12 meses, ainda conforme dados da Eurostat.
A lista continua com a Bulgária, que recentemente entrou no grupo, com 4,1%, seguida do Chipre, que foi a 4%. Entre as grandes economias, o maior número veio da Espanha, que fechou o mês com 3,8%, em quarto lugar.
A menor inflação foi vista na Estônia, que conseguiu manter o avanço em 2% no ano. Entre as gigantes da região, a França e a Alemanha mantiveram a inflação em 2,4% e 2,8%, respectivamente.
“O conflito em curso e a subida dos custos da energia continuam a ser riscos centrais para o crescimento, dado que a zona euro é importadora líquida de energia”, afirmou Matthew Ryan, responsável pela estratégia de mercados na empresa global de serviços financeiros Ebury, em entrevista à Euronews. “Embora os preços do petróleo tenham recuado face aos máximos, continuam elevados, e a subida das cotações do gás natural para máximos de vários anos está a alimentar as preocupações”, acrescentou.
Os novos números mostram que a inflação ainda não dá sinais de trégua, portanto, surgem como mais um indicador de que os juros da União Europeia devem ser elevados. Atualmente, o Banco Central Europeu mantém o índice em 2,4%, mas há quase unanimidade entre os analistas de mercado de que isso deve ser corrigido na próxima reunião do órgão.
Para alguns analistas, o juro pode ser elevado para a casa de 2,5% ao ano, o que já representaria um esforço monetário bastante grande. Os diretores do órgão devem se reunir em setembro para decidir o novo patamar do indicador.
“No geral, acreditamos que a pressão inflacionária está sendo impulsionada principalmente pelos preços da energia, enquanto os efeitos indiretos em outros componentes da inflação até agora permaneceram relativamente limitados. Dada a volatilidade nos mercados de energia, no entanto, a vigilância contínua por parte do BCE continua garantida. Portanto, continuamos esperando um aumento da taxa de juros para 2,50% em setembro”, diz o estrategista-chefe de mercados europeus da Morningstar, Michael Field.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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