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Ibovespa (IBOV) opera em queda nesta quarta-feira (22), recuando 1,61%, aos 192.973 pontos por volta de 14h55, após iniciar abril em forte valorização e renovar recordes históricos.
Na avaliação da análise técnica do Itaú BBA, o índice entrou em fase de realização de lucros recentes.
Em relatório, os analistas Fábio Perina e Lucas Piza afirmam que "ainda falta um impulso adicional para que o mercado, como um todo, fique mais confortável para novas altas."
Para o banco, as perspectivas de avanço nas negociações entre EUA e Irã seguem cercadas de incertezas, mantendo os investidores em postura cautelosa.
Suportes em 188 mil e 184 mil pontos
O Itaú BBA aponta que o Ibovespa deve encontrar suportes em 188.100 e 184.300 pontos durante a fase de realização, nível em que a tendência volta a ser de alta no curto prazo.
Os analistas também destacam que, embora o Ibovespa opere próximo das máximas nominais, os demais índices setoriais ainda não conseguiram superar seus topos de 2026.
"A renovação das máximas do ano pelos diferentes índices será um sinal mais claro dessa virada", destacaram Perina e Piza.
Para a retomada do movimento de alta, o banco aponta a máxima de 199.354 pontos como gatilho, a partir do qual o índice pode buscar a marca dos 200 mil pontos. Os índices de Wall Street, atualmente nas máximas históricas, também contribuem para a cautela, segundo a equipe do banco.
Médio prazo aponta para 250 mil pontos com recomendação de prudência
No horizonte de médio prazo, o Itaú BBA estima que o próximo objetivo do Ibovespa está em 250 mil pontos.
📈 "Até lá, a recomendação é manter prudência na seleção dos ativos e uma alocação de risco adequada, atravessando um cenário que segue incerto, apesar do cessar-fogo temporário", afirmam os analistas no relatório.