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Nesta quinta-feira (17), o governo federal anunciou um reajuste de 15% no valor mensal do Bolsa Família. Com isso, o programa social deve passar a ter um piso de R$ 691 por família (ante os R$ 600 atuais).
De acordo com o Planalto, a medida deve aumentar o custo do programa para R$ 5,8 bilhões em 2026 e para R$ 22 bilhões em 2027. Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, o custo será incorporado a um espaço que já existe no orçamento.
A decisão é anunciada a apenas 20 dias das eleições presidenciais, quando Lula (PT) tentará se reeleger. O Bolsa Família é uma das marcas de governos petistas.
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O programa não passava por atualização desde março de 2023, portanto, o governo diz que está recompondo a inflação do período. Também destacou que é uma medida para aumentar o poder de compra das famílias beneficiárias.
“A gente está fazendo isso de uma maneira muito responsável e muito diferente do que já se viu no país em outros tempos… Não tem solavanco, não tem mudança de rumo”, disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan. "Ficará claro no relatório de setembro, tem espaço fiscal. Vamos divulgar no dia 24, nosso trabalho agora é de consolidação. Então, dia 24 vamos passar os números, mas temos segurança que o espaço fiscal é superior do que é preciso pra custear essa medida", continuou Moretti.
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