Google (GOGL34) aumenta preço do Pixel 11 e segue movimento da Apple
Novos aparelhos devem custar pelo menos US$ 100 a mais que a geração anterior.
O Google (GOGL34) teria derrubado mais de 250 mil árvores na cidade de Muhos, no interior da Finlândia, de forma irregular. A big tech planeja construir um data center no local da plantação.
De acordo com reportagem do jornal The Guardian, a empresa não teria autorização do governo para tal ação. Estima-se que o total represente até um quarto da área de 300 hectares de floresta.
O governo ordenou que a empresa norte-americana interrompa imediatamente o projeto de data center. Além disso, a comunidade local saiu em defesa da área atingida e pede um debate amplo sobre o assunto.
Pouco depois de o caso vir a público, o diretor do Google para a Finlândia, Antti Järvinen, se pronunciou pedindo desculpas pelo corte das árvores. Ele, porém, defendeu que a empresa teria atuado “com base no melhor entendimento que tínhamos da legislação na época”.
Leia mais: Bradesco (BBDC4) lucra R$ 7,1 bilhões, mas ações caem após balanço
Essa não é a primeira área desmatada pelo Google na Finlândia. Em Otanmäki, a empresa também derrubou 150 mil árvores para construir outro data center.
“A princípio, não consegui acreditar. Nunca ouvi falar de nenhuma empresa que tenha feito algo assim na Finlândia”, disse Hanna Halmeenpää, presidente do conselho da Associação Finlandesa pela Conservação da Natureza, à reportagem. “Eles compraram uma vasta área de terra e simplesmente começaram a desmatá-la, assim, sem mais nem menos. É pura arrogância e é inacreditável”.
Data center na Amazônia
A construção de novos data centers pelo mundo vem da necessidade de infraestrutura para a inteligência artificial. E isso não é exclusividade de países desenvolvidos.
No Brasil, está em marcha o projeto BEL 1, que prevê a construção de um espaço dentro da Amazônia. A proposta é uma parceria da Elea Data Centers com a Axia Energia.
Diversos órgãos ambientais denunciam que o projeto está em andamento sem os devidos licenciamentos ambientais. Além disso, o projeto também alimenta o debate sobre as chamadas “ilhas de calor”, que superaquecem o ambiente urbano, já que elevam a temperatura externa.
A empresa que constrói o data center, porém, diz que vai usar sistemas de ar condicionado para resfriar os equipamentos. Além disso, [o texto original termina aqui com uma frase incompleta.]
"Quando se constrói um data center maior, eu penso que essa sugestão de ouvir a sociedade tem que ser vista. Nesta fase eu posso garantir que não tem nenhum impacto. Será como um shopping center de médio porte, que ainda consome muito mais calor do que um data center deste tamanho na fase inicial", afirma o fundador e CEO da Elea, o italiano Alessandro Lombardi.
Novos aparelhos devem custar pelo menos US$ 100 a mais que a geração anterior.
Alphabet (GOGL34) sobe gastos de capital para até US$ 205 bilhões em 2026, por conta da IA.