Quem diria que os ETFs à vista de
Bitcoin (BTC) angariariam US$ 1 bilhão apenas durante o último dia 21 de setembro de 2026, embolsando no detalhe saldo líquido de US$ 998,9 milhões, à medida que os investidores institucionais (grandes bancos e gestoras de fortunas) voltaram à narrativa das moedas virtuais.
Nem parece que, uma semana antes, a mesma indústria de
ETFs de Bitcoin registrava o seu pior fluxo de dinheiro da história, saldo de apenas US$ 6,2 milhões, conforme dados da consultoria SoSoValue.
Enquanto os endinheirados em Wall Street aportavam pesado em criptomoedas por meio do mercado tradicional, o Bitcoin acumulava valorização de quase +13% nos últimos sete dias, saindo da região dos US$ 77 mil e agora brigando com a resistência em US$ 86,5 mil.
"A recente recuperação do Bitcoin em direção à faixa de US$ 86 mil a US$ 87 mil está sendo sustentada pela renovada demanda institucional, maiores fluxos de entrada em ETFs à vista e pela evolução das regulamentações nos Estados Unidos", comentam analistas da corretora de criptomoedas Bybit, em nota.
O governo Trump abriu a porteira para a negociação de ações tokenizadas nesta semana, ajudando a impulsionar o mercado cripto. Nesse ambiente digital, as ações listadas nas bolsas americanas poderão ser negociadas nas redes blockchain, que ficaram conhecidas por viabilizar a criação das criptomoedas e operam 24 horas por dia.
Tamanho otimismo chegou até o universo das memecoins, como a moeda piada de cachorro
Dogecoin (DOGE), que chegou a valer US$ 0,10 nesta terça-feira (22), a sua maior cotação desde junho. Os entusiastas surfam posições em criptomoedas pioneiras e especulam sobre a grande quantidade de apostas alavancadas (leveraged shortage).