Se o
Bitcoin (BTC) é a maior criptomoeda do mundo, o
Dogecoin (DOGE) é a maior memecoin do planeta, frequentemente associada ao bilionário Elon Musk, um verdadeiro embaixador da moeda virtual piada de cachorro. Todavia, o seu
ETF listado na bolsa de valores americana chegou ao fim mesmo antes de seu primeiro aniversário.
O
Bitwise Dogecoin ETF (BWOW) se propunha a facilitar o acesso dos investidores em geral, mas principalmente das grandes fortunas em Wall Street, à memecoin mais valiosa, cuja capitalização ainda supera os US$ 13 bilhões em 2026, mesmo estando bem longe do topo histórico registrado em maio de 2021.
Só que a corretora de criptomoedas Bitwise, responsável pelo
ETF BWOW, resolveu encerrar as negociações do produto financeiro no próximo dia 14 de setembro de 2026 (segunda-feira). O fundo de índice sequer acumulou capitalização superior a US$ 750 milhões em sua breve passagem na bolsa de valores americana, sem completar 12 meses no ar.
Conforme o comunicado apresentado pela exchange, os cotistas remanescentes do
ETF BWOW receberão o valor patrimonial líquido de suas posições no fundo de índice só em 21 de outubro de 2026, distribuído em dinheiro. Tais cotistas não precisam tomar nenhuma providência durante esse processo.
Por sua vez, o motivo que levou ao fim do
ETF de Dogecoin faz parte dos esforços da Bitwise para otimizar sua gama de produtos para atender às necessidades em constante evolução dos entusiastas de criptomoedas.
Até o momento, o
ETF BWOW detém cerca de 8,2 milhões de
DOGE, equivalentes a aproximadamente US$ 688 milhões, cuja acumulação se iniciou em novembro de 2025. A vantagem oferecida pelo fundo de índice era a custódia profissional das memecoins, ou seja, sem a necessidade de comprar e armazenar a criptomoeda por conta própria.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse aplicado R$ 1 mil em
Dogecoin (DOGE) há dez anos, hoje você teria R$ 44 mil. Já o
Bitcoin (BTC) teria retornado R$ 50.098,20 nas mesmas condições.