A Copel Geração e Transmissão, subsidiária da
Copel (CPLE3), distribuiu cerca de R$ 118,5 milhões aos seus investidores de
renda fixa no último dia 13 de outubro de 2026, remunerando com juros quem emprestou dinheiro à companhia no âmbito da 9ª emissão de
debêntures.
Quando a Copel emitiu tais títulos de dívida em outubro de 2024, houve captação de R$ 1,6 bilhão. A 9ª emissão de debêntures é dividida em três séries:
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- CPGT19: Remuneração de DI+ 0,52% ao ano / Vencimento em 10 de outubro de 2029 / Saldo emprestado de R$ 800 milhões
- CPGT29: Remuneração de DI+ 0,69% ao ano / Vencimento em 10 de outubro de 2031 / Saldo emprestado de R$ 500 milhões
- CPGT39: Remuneração de DI+ 0,95% ao ano / Vencimento em 10 de outubro de 2034 / Saldo emprestado de R$ 300 milhões
Diante das características distintas de cada série, o valor em juros recebido por debenturista também variou. São de cerca de R$ 74 por cada título CPGT19; outros R$ 74,30 por cada título CPGT29 e, finalmente, juros de R$ 74 por cada título CPGT39.
Com modalidade de juros pós-fixadas, os títulos de dívida emitidos pela Copel pagam um prêmio acima do
Tesouro Selic, que beira quase 1% ao ano.
Logo, considerando que a
taxa Selic vigente é de 13,75% ao ano, as debêntures da Copel rendem quase 14,75% ao ano. A perspectiva de cortes da taxa básica de juros ao longo dos próximos anos tende a diminuir a remuneração dos investimentos pós-fixados.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
CPLE3 há dez anos, hoje você teria R$ 16.058,40, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 3.343,30 nas mesmas condições.