Prio (PRIO3) registra produção de 164,8 mil barris por dia em maio
No mesmo período, as vendas de óleo da petroleira avançaram para 5,03 milhões de barris.
Enquanto algumas das principais empresas da bolsa se preparam para distribuir dividendos aos acionistas, a Prio (PRIO3) vai no sentido contrário. A empresa não tem nenhuma perspectiva de compartilhar seus lucros no curto prazo.
O presidente da companhia, Roberto Monteiro, destacou que a companhia não vai aproveitar o momento oportuno para fazer os repasses. Muitas empresas estão aproveitando os últimos meses do ano para pagar dividendos, antes que a remuneração seja alvo de tributação, como deve acontecer a partir de janeiro.
Na análise do executivo, o momento é de prestar atenção às dívidas e tentar reduzir o nível de alavancagem. Durante teleconferência depois do balanço trimestral, ele disse que é mais provável que a empresa recompre ações de forma contínua.
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“Quando chegarmos a um nível baixo de alavancagem que nos dê conforto, falaremos em dividendos”, pontuou. O último dividendo da companhia foi pago em dezembro de 2023, quando os investidores receberam R$ 0,072 por ação ordinária mantida na carteira.
No terceiro trimestre deste ano, a Prio viu seu lucro líquido reduzir em quase 60%, para perto de US$ 64 milhões. No entanto, houve um aumento nas receitas totais, que somaram US$ 607 milhões, conforme destacou o documento publicado na noite de terça-feira (4).
“O crescimento da receita ocorreu mesmo diante da queda de 13% no preço médio do Brent no período, reflexo do aumento de 26% na produção e de 36% nas vendas da companhia na comparação anual”, ressaltou a administração.
Desde o início do ano, a companhia viu o preço de suas ações encolher cerca de 7%, para perto de R$ 38. Atualmente, o valor de mercado é de R$ 36 bilhões, conforme dados da B3.
No mesmo período, as vendas de óleo da petroleira avançaram para 5,03 milhões de barris.
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