A Bradesco Gestão de Saúde S.A., mais conhecida como
Bradsaúde (SAUD3), anunciou nesta quarta-feira (21)
dividendos na ordem de R$ 1 bilhão, juntamente com os seus resultados apurados durante o terceiro trimestre do ano (
3T26).
Os proventos são equivalentes a R$ 0,34 por ação, com pagamento previsto só para o dia 30 de março de 2027. Só que, para ter direito à bolada em dinheiro, os acionistas da companhia precisaram atender à
data-com estipulada no dia 2 de novembro de 2026.
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Logo, a partir do dia 3 de novembro de 2026, as ações da Bradsaúde negociadas em bolsa de valores não darão mais acesso (
data-ex) aos proventos ora mencionados.
Quanto aos resultados, a companhia reportou lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no 3T26, crescimento de +14,4% sobre o mesmo período do ano passado. Já a taxa de sinistralidade teve leve piora na mesma base comparativa, passando de 84% em 2025 para 84,5% em 2026, com mais demanda dos serviços hospitalares pelos clientes.
Em termos de receitas, a Brasaúde somou R$ 14,3 bilhões no 3T26, avanço de +9,2% na comparação anual, números puxados pelo ligeiro aumento do tíquete médio nos planos de saúde e estabilidade nos planos odontológicos.
Reunindo tanto os negócios de saúde do Bradesco
quanto os ativos da Odontoprev, a Bradsaúde se apresenta como a maior operadora de planos de saúde do Brasil em receita, ostentando 13,7 milhões de clientes em sua base no terceiro trimestre, 745 mil a mais que um ano antes.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Bradsaúde (SAUD3) desde a sua estreia na bolsa de valores, em 5 de maio de 2026, hoje você teria R$ 985,34, já considerando o reinvestimento dos
dividendos.