21 ações que pagarão mais dividendos em 2025, segundo BTG Pactual
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
A escalada das tensões no Oriente Médio pressionou os preços do petróleo nesta terça-feira (1º), favorecendo os negócios na bolsa brasileira.
📈 O Ibovespa chegou a subir mais de 1% depois que o Irã lançou cerca de 200 mísseis contra Israel, em resposta à morte de chefes do Hamas e do Hezbollah e aos ataques israelenses na Faixa de Gaza e no Líbano.
Depois disso, o principal índice da B3 perdeu força. Ainda assim, fechou com alta de 0,51%, aos 132.495 pontos, puxado, sobretudo, por petroleiras como a Petrobras (PETR4).
💵 Já o dólar subiu 0,31% e terminou o dia negociado a R$ 5,46.
As bolsas americanas, por sua vez, caíram diante da expansão dos conflitos no Oriente Médio. Veja o fechamento:
Com o petróleo subindo mais de 3% diante da tensão no Oriente Médio, as petroleiras foram o destaque do dia na B3.
A Petrobras (PETR4), por exemplo, fechou com alta de 2,67%. Já a Prio (PRIO3) ganhou 2,15% e a Brava (BRAV3), 1,87%.
A Vale (VALE3) também ajudou o Ibovespa, ao subir 0,49% no dia da posse do seu novo presidente, Gustavo Pimenta.
Já a MRV (MRVE3) saltou 4,56%, com o Bank of America destacando os fundamentos cortes de construtoras de baixa renda como a MRV.
Veja outras altas do dia:
A alta do petróleo, no entanto, pode elevar os preços dos combustíveis e, consequentemente, pressiona as companhias aéreas. Por isso, a Azul (AZUL4) recuou 4,65% e a Gol (GOLL4) perdeu 4,55% nesta terça-feira (1º) na B3.
As varejistas também tiveram um dia difícil na bolsa, com destaque para o Assaí (ASAI3), que caiu 4,69% ainda pressionado pela retenção de R$ 1,26 bilhão pela Receita Federal.
Veja outras baixas do dia:
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Saiba quais classes de investimentos são destaques positivos no mês e quais deram dor de cabeça aos investidores