ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
🏦Nesta sexta-feira (5), a BlackRock anunciou a entrada de mais cinco bancos de investimentos em seu ETF de Bitcoin.
Agora formado por nove instituições, a empresa conseguiu juntar Goldman Sachs e Citigroup em um ativo que já era seguido pelo JP Morgan. A chegada dessas marcas dá ainda mais peso para que investidores institucionais olhem a criptomoeda como um ativo atrativo.
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Chamados de APs (participantes autorizados, na tradução literal), esses bancos ajudam a dar liquidez aos tokens. Normalmente, os ETFs mantêm dezenas deles, e o iShares Bitcoin Trust (IBIT) caminha para conseguir isso nas próximas semanas.
Desde que a SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos) liberou a negociação de ETFs de Bitcoin à vista, em janeiro, o veículo da BlackRock já soma US$ 18 bilhões sob gestão. O iShares é o segundo maior produto deste modelo nos EUA, atrás apenas do Grayscale Bitcoin Trust.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.