Maior varejista dos Estados Unidos, o
Walmart (WALM34) está reduzindo preços a pedido do presidente americano, Donald Trump.
🥩 Os descontos abrangem milhares de produtos, incluindo carne bovina, frutas, verduras, bebidas, churrasqueiras, piscinas, brinquedos e roupas de verão.
Além disso, valem tanto nas lojas e no aplicativo do Walmart, quanto nas unidades e na loja virtual do Sam's Club, o clube de compras do grupo, que ainda promete preços competitivos de combustíveis.
Em um comunicado publicado na segunda-feira (6), o Walmart disse que o objetivo dos descontos é ajudar os clientes e sócios a aproveitar ao máximo o verão, além de economizar em produtos essenciais do dia a dia.
"Os clientes contam com o Walmart para oferecer o valor que precisam todos os dias, e o verão não é exceção", disse a vice-presidente executiva e diretora Comercial do Walmart nos Estados Unidos, Julie Barber.
Trump antecipou cortes
🗣️ O Walmart confirmou a redução de preços pouco depois de o presidente Donald Trump anunciar os cortes nas suas redes sociais.
"Acabei de ser informado de que uma das maiores, melhores e mais inteligentes redes varejistas da América, o Walmart, reduzirá os preços consideravelmente, a pedido do meu governo, para celebrar o 250º aniversário do nosso grande país", escreveu Trump.
Ele destacou especialmente a redução de 15% da carne moída, um produto muito consumido pelos americanos, que atingiu preços recordes neste ano, em meio à redução da oferta de carne bovina no país.
"Isso é uma grande notícia para os milhões de americanos que, inteligentemente, compram no Walmart, uma empresa verdadeiramente patriótica que ama os EUA", disse Trump.
O republicano ainda instou outros varejistas a seguir o exemplo do Walmart e aproveitou o anúncio para comparar a sua gestão com a de Joe Biden.
"Meu governo está reduzindo os preços que Joe Biden aumentou incompetentemente durante a pior crise inflacionária da história, um desastre total", afirmou.
Segundo Trump, os preços dos ovos e dos medicamentos também estão em queda nos Estados Unidos, assim como os preços da gasolina, que dispararam depois dos ataques americanos ao Irã.
Inflação sob pressão
A inflação americana bateu 4,1% nos 12 meses encerados em maio. Foi a primeira vez que o índice ultrapassou a marca dos 4% nos últimos três anos.
Diante disso, o mercado reduziu as apostas no corte dos juros americanos e chegou a considerar a possibilidade de uma alta das taxas.