Vale (VALE3) anuncia retomada parcial das operações na Mina de Fábrica

A companhia informou que a medida não altera as suas projeções de produção vigentes.

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Publicado em 24/09/2026 às 10:31h Publicado em 24/09/2026 às 10:31h por Elanny Vlaxio
O processo observará rigorosamente todas as condições de segurança (Imagem: Shutterstock)
O processo observará rigorosamente todas as condições de segurança (Imagem: Shutterstock)
A Vale (VALE3) comunicou ao mercado que dará início à retomada parcial de suas operações na Mina de Fábrica, localizada no município de Ouro Preto, em Minas Gerais.
A liberação foi obtida mediante autorização concedida pelo Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e fundamenta-se em um Termo de Compromisso firmado entre a mineradora, o Ministério Público Estadual e o Governo do Estado. 
Apesar do anúncio de reinício das atividades, a companhia informou que a medida não altera as suas projeções de produção vigentes.  Segundo a mineradora, o processo de reinício das atividades no complexo minerário observará rigorosamente todas as condições de segurança, controle ambiental, licenças, autorizações e condicionantes aplicáveis. 
"A retomada observará as condições de segurança, controle ambiental, licenças, autorizações e condicionantes aplicáveis, bem como a continuidade das ações previstas no Termo de Compromisso. A Companhia reforça que a retomada não altera as projeções de produção vigentes", diz comunicado ao mercado.
Vale citar que, poucos dias antes desta autorização, a Vale já havia movimentado o mercado ao firmar um acordo estratégico de baixa intensidade de capital para adquirir 30% de participação minoritária na Ligga S.A.
A transação visa expandir a atuação da empresa no polo produtivo de Carajás, no Pará, garantindo o direito exclusivo de compra de todo o minério extraído pela investida. 
O projeto prevê elevar a capacidade produtiva da Ligga de 2 milhões para 8 milhões de toneladas anuais de sinter feed, contando com o uso da Estrada de Ferro Carajás para o escoamento até o Porto de Ponta da Madeira, no Maranhão. A conclusão desse negócio antecedente permanece sujeita ao aval do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).