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🎥 O vice-presidente de conteúdo da Netflix para a América Latina, Francisco Ramos, afirmou que vai chegar a hora em que a empresa de streaming vai fazer uma parceria com a Rede Globo. A afirmação foi feita neste domingo (9), à Folha de São Paulo, em que o executivo destacou os planos da companhia para os próximos anos.
Segundo ele, o serviço de streaming é complementar à TV linear, que atinge a maior parte da população brasileiro. Além disso, quando se trata de produção local, empresas como a Globo tem dominância no mercado e podem despontar como parceiros ideais, mesmo que sejam concorrentes.
“Acho que a TV linear é muito importante, tanto no entretenimento quanto nas notícias. A Globo especialmente, por causa de sua presença dominante no mercado. É quase um monopólio. Eles são muito bons no que fazem. Pode haver competição, por talentos, projetos ou pelo tempo do público. Mas [o streaming e a TV linear] são negócios complementares”, disse à reportagem.
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A principal empresa de conteúdo audiovisual do mundo tem focado em uma estratégia de criação de conteúdo local original, que, em sua análise, identifica a marca como um agente local. “Não queremos ser vistos como acumuladores de conteúdo do mundo inteiro”, comenta ramos.
Para o Brasil, a próxima aposta da marca é na série que conta a história do piloto de automobilismo mais famoso do país. “Senna” foi filmado em quatro países e deve ser lançado ainda neste ano, segundo cronograma da companhia.
Francisco também falou sobre o projeto de regulação das plataformas de streaming no Brasil, descartando ser esse o motivo dos investimentos no conteúdo local. O projeto, em tramitação no Senado, prevê regras para as plataformas estrangeiras que operam no país, caso da Netflix, Prime Video (da Amazon) e Paramount+, por exemplo.
“Já tínhamos esse compromisso antes de o debate começar. É preciso que haja igualdade de condições para todos os agentes do mercado, para que haja um crescimento de longo prazo da indústria. Não vai ser de um dia para o outro que esse cenário de igualdade vai surgir. É algo de longo prazo, mas muito importante. Em cada país onde atuamos, respeitamos as leis locais, porque somos parte do mercado”, completou.
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