Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
A Casa Branca confirmou, na manhã desta segunda-feira (21), que o presidente Donald Trump vai se encontrar com seu par chinês, Xi Jinping. A agenda bilateral está prevista para acontecer entre os dias 23 e 25, período em que o líder asiático vai estar nos Estados Unidos.
Este será o segundo encontro entre os chefes das duas maiores economias do mundo apenas em 2026. Anteriormente, Trump fez uma viagem oficial à China, na qual ambos dialogaram sobre questões comerciais e o avanço da inteligência artificial.
A Casa Branca está preparando um jantar, para o qual serão convidados outras figuras importantes do mundo dos negócios. A lista inclui os presidentes das principais big techs do mundo, como Sam Altman (fundador da OpenAI, dona do ChatGPT) e Jensen Huang (CEO da Nvidia).
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O novo encontro deve acontecer apenas algumas semanas antes da trégua comercial negociada pelos países no final de 2025. Naquela ocasião, foram negociadas algumas das tarifas de importação que incendia sobre parte dos produtos que entram nos respectivos países.
Em nota emitida por Pequim, o governo chinês confirmou a visita e destacou que ela tem como objetivo a manutenção da “estabilidade estratégica”. "A China está disposta a colaborar com os Estados Unidos para enriquecer o conteúdo da relação construtiva de estabilidade estratégica entre os dois países, reforçar o diálogo e a cooperação, gerir adequadamente as divergências, melhorar continuamente o bem-estar dos dois povos e promover a paz, a estabilidade e a prosperidade mundiais", afirmou o porta-voz do ministério, Guo Jiakun.
Nesta segunda, os principais mercados asiáticos encerraram seus pregões em positivo. Essa é uma sinalização de que os investidores estão otimistas com a agenda oficial EUA-China.
Eles também reagem ao preço do petróleo no mercado internacional, que apresentou recuo nos últimos dias, depois de ultrapassar a casa de US$ 110 por barril do tipo Brent. Na sessão de hoje, a commodity é negociada aos US$ 97, acumulando uma baixa de 3% nas últimas 24 horas.
Os futuros das bolsas norte-americanas operam também no campo positivo, conforme mostram dados locais. NYSE e Nasdaq sobem ambas cerca de 0,3% antes da abertura oficial do pregão no país.
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