Um período de quase 45 dias passou quase voando, tanto que nesta última semana de abril de 2025 temos decisão do Banco Central que definirá o novo patamar da
taxa Selic.
Enquanto isso, as taxas praticadas no
Tesouro Direto nesta segunda-feira (27) não tinham direção clara, apesar da maioria dos títulos registrarem elevações em
juros compostos que atraem recursos ao governo brasileiro.
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Para se ter uma ideia, títulos públicos com menor prazo de vencimento intermediário, caso do
Tesouro Prefixado 2032, registravam leve recuo em sua remuneração, no caso específico, de 13,89% ao ano na última sexta-feira (24), para os atuais 13,88% ao ano.
Já o
Tesouro Renda+ 2065, a renda fixa brasileira com o maior prazo de vencimento disponível, viu o seu juro real avançar de
IPCA+ 6,91% ao ano para
IPCA+ 6,93% ao ano, respectivamente. Ou seja, houve um ligeiro prejuízo na marcação a mercado no curtíssimo prazo.
Conforme a mais recente edição do
Boletim Focus, documento divulgado pelo próprio Banco Central com as opiniões de diversos agentes do mercado, já está precificado por economistas que a
taxa Selic recue 25 pontos-base nesta próxima Super Quarta, estabilizando-se em 14,50% ao ano.
Pelos cálculos do mercado, os juros básicos brasileiros cairão dos atuais 14,75% ao ano para fechar a 13% ao ano até o final de 2026. Novos cortes também são esperados para os próximos anos, levando a
taxa Selic para 11% ao ano em 2027, além de 10% ao ano em 2028 e 9,75% ao ano em 2029