Os acionistas da
Suzano (SUZB3) terão de decidir, em assembleia convocada para o dia 23 de abril de 2026, se autorizam que a empresa também ingresse no ramo de
atividades minerais como complementação do objeto social do grupo.
Até então, a
SUZB3 é conhecida pelo mercado como empresa nacional de eixo florestal, com principal atividade em produtos produzidos a partir da plantação de eucalipto, como a fabricação e comercialização de
celulose e papel.
Todavia, o objetivo da companhia de entrar no ramo da mineração está pautado em seu interesse de explorar uma pedreira de pequeno porte no Mato Grosso do Sul, em área próxima às suas florestas plantadas, com investimento de R$ 1,14 milhão.
Em nota, a Suzano explica que tal pedreira "será utilizada para manutenção de 760 quilômetros de estrada rural, de um total de 5 mil quilômetros no Mato Grosso do Sul e mais de 20 mil quilômetros em todas as regiões onde opera por ano".
No caso, a empresa deixa aberto na proposta apresentada aos acionistas que a atividade de mineração poderá ser executada pela própria Suzano ou por meio de terceiros, visando a exploração de substâncias minerais, bem como o seu beneficiamento para a produção de cascalho, saibro e materiais correlatos.
Com valor de mercado atual de R$ 64,87 bilhões, a Suzano é uma empresa centenária, exportando papel e celulose para mais de 80 países, dispondo de escritórios na Europa, na América do Norte e na Ásia.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Suzano (SUZB3) há dez anos, hoje você teria R$ 4.249,60, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 3.661,30 nas mesmas condições.