Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
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Um caso de 1996 volta à tona e coloca um dos principais nomes políticos de Cuba na mira dos Estados Unidos. O ex-presidente Raúl Castro foi indiciado pelo governo norte-americano nesta semana por um ataque militar que abateu dois aviões e matou cidadãos americanos há quase três décadas.
O caso ganha proporções ainda maiores depois que os EUA usaram argumentos semelhantes para, no início de 2026, capturar Nicolás Maduro. O ex-presidente venezuelano cumpre penas por narcotráfico, corrupção e violação de direitos humanos.
No caso de Castro, muita gente logo pensa em uma eventual prisão do político, mas o governo norte-americano não entrou em detalhes. “Não vou falar sobre como vamos trazê-lo para cá. Se estivéssemos tentando trazê-lo, por que eu diria à mídia quais são nossos planos?”, disse o secretário de Estado, Marco Rubio, em coletiva de imprensa realizada nesta semana.
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Do lado de Cuba, as acusações são de que os EUA tentam provocar uma agressão militar, buscando atacar a ilha de forma implacável. “O secretário de Estado dos EUA mente mais uma vez para instigar uma agressão militar que provocaria derramamento de sangue cubano e americano”, disse o atual ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla.
A decisão de indiciar Castro ocorre depois que os EUA ofereceram uma ajuda humanitária de US$ 100 milhões à ilha caribenha. No entanto, Washington impôs algumas regras para o envio dos recursos.
Uma delas é que a ajuda passe pelas mãos de instituições religiosas e sociais, e não do governo, que controla a distribuição de alimentos, por exemplo. Em um vídeo em espanhol, língua oficial da ilha, Rubio declarou que os órgãos estatais monopolizam os lucros de seus negócios em benefício de uma pequena elite.
“Eles lucram com hotéis, construções, bancos, lojas e inclusive com o dinheiro que seus parentes mandam para vocês dos Estados Unidos (...). Dessas remessas, eles retêm uma porcentagem, mas dos lucros da Gaesa, nada chega a vocês”, afirmou.
A Gaesa é a estatal responsável por boa parte das empresas públicas de Cuba, somando quase 40% de controle sobre os negócios do país. Controlada pelo Exército, além de organizar a rede hoteleira, também é dona da maior rede bancária da ilha.
“Atualmente, Cuba não está controlada por nenhuma revolução. Cuba está controlada pela Gaesa, um Estado dentro de um Estado, que não presta contas a ninguém e monopoliza os lucros de seus negócios em benefício de uma pequena elite”, continuou Rubio.
Aos 94 anos, Raúl Castro é uma das principais figuras da política cubana. Irmão de Fidel Castro, ele foi chefe das Forças Armadas do país por quase 50 anos e assumiu a presidência em 2006, permanecendo no cargo até 2018.
Diferentemente do caso da Venezuela, os governos da China e da Rússia comentaram oficialmente a situação de Cuba e afirmaram que os EUA devem suspender suas ameaças contra o país vizinho. Os dois governos se manifestaram após o indiciamento de Castro, um dos maiores aliados de Pequim e Moscou na América Latina nos últimos anos.
“Consideramos que, sob nenhuma circunstância, tais métodos -que beiram a violência- devem ser usados contra chefes de Estado, sejam eles atuais ou antigos”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. “Os Estados Unidos devem cessar o uso de sanções e do aparato judiciário como instrumentos de coerção contra Cuba e evitar ameaças de uso da força em todas as ocasiões”, complementou o porta-voz do governo chinês.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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