Prévia do PIB pesa e Ibovespa escorrega para baixo dos 165 mil pontos

O IFIX, índice de fundos imobiliários, subia 0,53%, aos 3.797,88 mil pontos.

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Publicado em 16/01/2026 às 11:18h - Atualizado 1 minuto atrás Publicado em 16/01/2026 às 11:18h Atualizado 1 minuto atrás por Elanny Vlaxio
O dólar ganhava 0,27% (Imagem: Shutterstock)
O dólar ganhava 0,27% (Imagem: Shutterstock)
💰 Nesta sexta-feira (16), o Ibovespa escorreu para baixo dos 165 mil, perdendo 0,75%, aos 164.325,75 mil pontos, após a divulgação do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado a prévia do PIB (Produto Interno Bruto). Já o dólar, ganhava 0,27%, sendo negociado a R$ 5,38.
Por aqui, o IFIX, índice de fundos imobiliários, subia 0,53%, aos 3.797,88 mil pontos. Na outra ponta, o cenário das criptomoedas é negativo já que o Bitcoin (BTC) perdia 0,65% e o Ethereum (ETH) recuava 1,42%, no mesmo horário. Lá fora, o cenário é misto, com: 
Aqui, na ponta positiva, BEEF3 liderou o movimento, avançando 3,31% e sendo negociada a R$ 5,62. Do outro lado, a DIRR3 tinha a pior perfomance, recuando -6.67% a R$ 12,60. 

O que mexe com o mercado

No Brasil, os investidores digerem a divulgação do IBC-Br, indicador de atividade econômica do Banco Central, que registrou alta de 0,7% em novembro na comparação com outubro.
🗣️ "Os indicadores de atividade brasileira divulgados durante a semana apresentaram sinais mistos, mas a pesquisa de comércio e o IBC-BR reforçam a necessidade de cautela por parte do Banco Central, que tomará sua decisão sobre a taxa Selic durante os dias 20 e 21 de janeiro", avaliou Sara Paixão, Analista de Macroeconomia da InvestSmart XP.
O ambiente doméstico também é influenciado pelo noticiário político. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre agenda no Rio de Janeiro, onde se encontra hoje com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
No campo empresarial, permanecem em foco os desdobramentos envolvendo o Banco Master. No cenário internacional, o mercado acompanha falas de dois dirigentes do Fed (Federal Reserve), além da divulgação dos dados de produção industrial dos Estados Unidos. 

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