Lula e Trump discursam na ONU nesta terça; veja horário e o que esperar

Presidente brasileiro abre Assembleia Geral, às 10h, seguido pelo líder dos Estados Unidos

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Publicado em 22/09/2026 às 08:06h Publicado em 22/09/2026 às 08:06h por Wesley Santana
Lula já abriu assembleia da ONU dezenas de vezes enquanto ocupou o cargo de presidente (Imagem: Shutterstock)
Lula já abriu assembleia da ONU dezenas de vezes enquanto ocupou o cargo de presidente (Imagem: Shutterstock)

Nesta terça-feira (22), o presidente Lula (PT) discursa na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). Como acontece tradicionalmente, o chefe brasileiro é responsável pela abertura do evento anual, que acontece em Nova York, nos Estados Unidos.

O discurso de Lula está agendado para acontecer às 10h (horário de Brasília). No entanto, antes disso, às 9h40, ele se reúne com António Guterres, secretário-geral da ONU.

A expectativa é que Lula faça um discurso marcado por temas que passem pela sua campanha à presidência. O mote de “soberania nacional”, que vem sendo discutido pelo Planalto, deve fazer parte do texto.

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Além disso, de acordo com uma prévia do discurso, enviada pelo Itamaraty, o presidente também deve falar sobre a interferência dos EUA em eleições pela América Latina. É provável, porém, que as críticas não sejam nominadas diretamente a Donald Trump.

Lula ainda deve passar por temas como a agenda ambiental, citando a COP30, realizada em Belém, como exemplo de sucesso. Ainda há questões como a regulação de plataformas digitais e o combate à fome previstos na fala do líder brasileiro.

Logo na sequência, outra figura que deve discursar no evento é justamente Trump, que deve tratar sobre a relevância dos EUA no mundo. Nas últimas semanas, o presidente viu sua popularidade em queda, então deve usar o momento para falar também com os cidadãos norte-americanos.

Essa é a 81ª edição da Assembleia Geral da ONU e traz como tema “Restaurar a confiança, gerir a transformação: uma ONU que gera resultados para todos”. São esperados mais de 70 chefes de Estado, além de comitivas vindas de diferentes continentes, entre os dias 22 e 28 de setembro.

“A Assembleia Geral tem muito valor. E segue sendo um lugar onde as pessoas se reúnem nos mais altos níveis, em um ambiente seguro, para definir o melhor caminho a seguir”, diz o presidente da Casa e anfitrião das delegações, Khalilur Rahman.