Flávio Bolsonaro diz que transformará banco estatal em 'Itaú da favela'

O senador enfatizou que, caso eleitor, a Caixa Econômica Federal, será o 'Banco da Prosperidade'.

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Publicado em 09/10/2026 às 17:20h - Atualizado em 09/10/2026 às 17:21h Publicado em 09/10/2026 às 17:20h Atualizado em 09/10/2026 às 17:21h por Lucas Simões
O candidato do PL também desmentiu rumores de que acabaria com o Bolsa Família (Imagem: Divulgação)
O candidato do PL também desmentiu rumores de que acabaria com o Bolsa Família (Imagem: Divulgação)
A Caixa Econômica Federal, responsável pela distribuição dos produtos da Caixa Seguridade (CXSE3), entrou nas manchetes dos jornais nesta sexta-feira (9), após o senador e candidato à Presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro (PL/Rio de Janeiro), apelidar o banco estatal de 'Itaú (ITUB4) da favela'.
Tal declaração do candidato do PL foi dada aos jornalistas que acompanhavam sua agenda de campanha, após Flávio Bolsonaro ter encontro com lideranças políticas em um clube na Ilha do Itanhangá, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio de Janeiro.
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“Vamos dar uma atenção especial para as mulheres empreendedoras. A Caixa Econômica Federal vai ser o Banco da Prosperidade, vai ser o Itaú da favela, vai ser o Bradesco (BBDC4) da periferia”, declarou o candidato, que aparece na frente nas pesquisas de intenção de voto no 2º turno das Eleições 2026.
Flávio Bolsonaro soma até 53% dos votos válidos em sondagens, contra 47% do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Aproveitando a presença da imprensa, o parlamenta desmentiu boatos difundidos sobre sua candidatura. 
“Não existe isso de acabar com o Bolsa Família. Eu vou garantir o Bolsa Família para quem precisa. Vou garantir que o Estado chegue até você com capacitação e com qualificação. Vou fazer o maior programa de mobilidade social que este Brasil já viu”, disse o candidato do PL.
Segundo Flávio Bolsonaro, o seu governo teria por objetivo “tirar o pobre da pobreza”. Sem abrir mão do assistencialismo, explicou que sua candidatura defende o avanço econômico de pessoas de baixo poder aquisitivo por meio de trabalho, formação e acesso a crédito. 
Também direcionou críticas diretas a Lula, afirmando que o atual governo está injetando mais R$ 350 bilhões na economia só para tentar se reeleger. “A consequência disso é inflação, comida mais cara e um salário que não dura até o dia 20”, declarou Flávio Bolsonaro.