Eleições 2026: Mailza Assis é reeleita governadora do Acre

A candidata do PP derrotou o seu adversário no 2º turno, o senador Alan Rick (Republicanos).

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Publicado em 25/10/2026 às 21:01h - Atualizado em 26/10/2026 às 00:10h Publicado em 25/10/2026 às 21:01h Atualizado em 26/10/2026 às 00:10h por Lucas Simões
Pesquisas eleitorais já apontavam a vitória confortável da governadora (Imagem: Reprodução/Redes sociais)
Pesquisas eleitorais já apontavam a vitória confortável da governadora (Imagem: Reprodução/Redes sociais)
A candidata Mailza Assis (PP) foi declarada reeleita ao governo do Acre neste domingo (25), em pleno 2º turno das Eleições 2026, com 66,21% dos votos válidos, com 100% das urnas eletrônicas apuradas por volta das 21h29 (horário de Brasília). Enquanto isso, o seu adversário, o senador Alan Rick (Republicanos), que tinha 33,79% dos votos válidos, conforme dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
No detalhe, a governadora reeleita teve 272.635
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Mais de 600 mil eleitores estavam aptos a votar no Acre, estado localizado na Região Norte do país, fazendo fronteira com Amazonas, Rondônia, além das nações vizinhas da Bolívia e do Peru.
Somando o PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 26 bilhões em 2025, as projeções apontam que a economia da região deve crescer +3,9% em 2026, colocando-a entre as seis maiores expansões estaduais do Brasil.Todavia, o Acre tem a segunda menor atividade econômica do país, representando apenas 0,2% do PIB nacional. 
Entre os principais desafios da governadora reeleita está diversificar a atividade econômica do Acre, já que o setor de serviços e administração pública responde historicamente por mais de 80% dos empregos no Estado.
Recentemente, o agronegócio vem criando uma nova fronteira na região, justamente responsável pelo motor de crescimento econômico. As tradicionais atividades de pecuária bovina e extração de madeira estão sendo substituídas por extensas lavouras de soja e milho voltadas à exportação.
O Acre ainda é vítima do chamado "custo Amazônia", embora a entrega da Ponte Abunã, sobre o Rio Madeira, represente um baita marco logístico, integrando a população do estado ao restante da malha rodoviária do Brasil. A distância de grandes centros urbanos inibe a construção de indústrias.