A mais recente pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (21), mostra o candidato e senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenário de 2º turno. Todavia, ambos os presidenciáveis seguem tecnicamente empatados pela margem de erro de 2 pontos percentuais.
Na simulação, o petista até cresceu nas intenções de voto, subindo de 40% para 41% no 2º turno, ante o levantamento anterior, publicado no último dia 14 de setembro. Todavia, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro manteve-se com 42% das intenções de votos.
De olho na contabilização dos votos válidos, o cenário aponta que 14% dos entrevistados votariam em branco ou nulo, além de 3% se declararem indecisos.
Até nas simulações de 1º turno, os candidatos mais competitivos aparecem tecnicamente empatados, em que Lula angariava 37% das intenções de voto, ao passo que Flávio Bolsonaro pontuava 33%. Na comparação com o levantamento anterior, o petista subiu 1 ponto percentual, já o candidato do PL avançou 2 pontos percentuais.
Quanto aos candidatos da chamada Terceira Via, o escritor Augusto Cury (Avante) somava 6% das intenções de voto, recuando 1 ponto percentual desde a pesquisa anterior.
Ronaldo Caiado (PSD) permaneceu com 4%, Renan Santos (Missão) saiu de 4% para 3%, e Romeu Zema (Novo) ficou em 1%, mesmo percentual de Samara Martins (UP). Outros candidatos não pontuaram. Votos em branco, nulos e os que declaram que não votarão ficaram em 7%, e os indecisos saíram de 10% para 8% entre os levantamentos.
Na pesquisa espontânea, na qual os nomes não são fornecidos aos entrevistados, Lula foi citado por 31%, ante 28% em 14 de setembro; Flávio Bolsonaro, por 26%, ante 23% na pesquisa anterior; e Augusto Cury permaneceu em 3% em uma semana. Outros nomes foram citados por 3%, mesmo porcentual do levantamento anterior.
O levantamento Genial/Quaest consultou 2.004 eleitores presencialmente entre a quinta-feira (17) e este domingo (20). A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%, e a pesquisa tem o registro BR-06004/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).