Ações de tecnologia: principais empresas do setor e indicadores

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Publicado em 12/05/2026 às 09:40h Publicado em 12/05/2026 às 09:40h por Carlos Filadelpho
Ações de tecnologia - Imagem: Shutterstock
Ações de tecnologia - Imagem: Shutterstock

As ações de tecnologia vêm ganhando cada vez mais espaço na bolsa brasileira, impulsionadas pela transformação digital, crescimento do e-commerce, uso de software nas empresas e avanço de soluções baseadas em dados.

Nos últimos anos, após o ano de 2020, o número de empresas tech listadas aumentou, com algumas aberturas de capital (IPOs) e crescimento acelerado do setor.

E com as oportunidades, vêm os riscos, já que essas empresas costumam apresentar histórico de valorização atrelado à alta volatilidade.

Confira a seguir tudo sobre as ações de tecnologia, principais empresas do setor e indicadores!

O que são ações de tecnologia e por que investir nesse setor

As ações de tecnologia são representadas por empresas que atuam em áreas como software, hardware, serviços digitais, plataformas online, fintechs e soluções baseadas em dados.

Em termos simples, tecnologia é a aplicação do conhecimento para resolver problemas e criar soluções práticas, o que inclui tanto softwares quanto equipamentos físicos.

No mercado financeiro, esse setor é conhecido por três características principais:

  1. Crescimento acelerado: Empresas de tecnologia geralmente crescem mais rápido que setores tradicionais, pois são escaláveis e dependem menos de ativos físicos.
  2. Alta volatilidade: Por serem empresas inovadoras, muitas ainda estão em fase de expansão, o que pode gerar lucros instáveis no curto prazo.
  3. Forte dependência de inovação: O sucesso dessas companhias depende da capacidade de inovar constantemente e acompanhar mudanças tecnológicas.

No Brasil, o setor ganhou força principalmente após a pandemia, com digitalização de negócios e aumento do consumo online. O resultado foi uma maior atratividade para investidores, que passaram a buscar exposição a esse segmento.

Principais indicadores para analisar ações de tecnologia

Antes de investir em ações de tecnologia, é fundamental entender quais indicadores usar na análise. Diferente de setores tradicionais, aqui alguns fatores ganham mais relevância.

Crescimento de receita (Revenue Growth)

Empresas de tecnologia muitas vezes reinvestem lucros para crescer. Por isso, o crescimento da receita é um dos indicadores mais importantes.

  • Avalia a expansão do negócio
  • Mostra ganho de mercado
  • Indica potencial de longo prazo

Empresas com crescimento consistente tendem a ser melhor avaliadas pelo mercado.

Margem EBITDA

A margem EBITDA mede a eficiência operacional da empresa.

  • Margens altas indicam escalabilidade
  • Empresas SaaS (software como serviço) costumam ter margens maiores
  • Ajuda a entender a geração de caixa operacional

P/L (Preço/Lucro)

O famoso indicador de valuation.

  • Mostra quanto o mercado paga pelo lucro
  • Em tecnologia, costuma ser mais alto
  • Deve ser analisado junto ao crescimento

Um P/L alto pode ser justificável se a empresa estiver crescendo rápido.

ROE (Retorno sobre patrimônio)

O ROE é um indicador de rentabilidade das empresas.

  • Mede eficiência na geração de lucro
  • Empresas maduras tendem a ter ROE mais elevado
  • Importante para comparar empresas do mesmo setor

Em resumo, quanto mais alto o ROE, melhor é a capacidade da empresa de transformar recursos em resultados, ou seja, gerar lucros.

Churn e retenção (para empresas digitais)

No caso de empresas SaaS e plataformas:

  • Churn = taxa de cancelamento de clientes
  • Retenção = capacidade de manter clientes

Esses indicadores são essenciais para avaliar a sustentabilidade do negócio.

Principais empresas de tecnologia na bolsa brasileira

A bolsa brasileira conta com algumas empresas de tecnologia, desde gigantes consolidadas até small caps com potencial de crescimento.

O setor como um todo vem crescendo e ganhando relevância dentro do mercado acionário brasileiro, com aumento no número de empresas listadas e volume negociado.

Na sequência, vamos apresentar as empresas do setor de tecnologia, listada na bolsa de valores brasileira. Confira!

TOTS3 – TOTVS

A TOTVS (TOTS3) é considerada a maior empresa de tecnologia do Brasil quando o assunto é software de gestão. Seu principal produto é o ERP (Enterprise Resource Planning), mas a companhia evoluiu muito além disso nos últimos anos.

Hoje, a TOTVS opera em três grandes frentes:

  • Gestão (ERP): Núcleo do negócio, com forte presença em pequenas e médias empresas
  • Techfin: Soluções financeiras integradas aos sistemas
  • Business Performance: Ferramentas de análise de dados e produtividade

Esse modelo transforma a empresa em um verdadeiro ecossistema, aumentando o ticket médio e a retenção de clientes.

Um dos grandes diferenciais da TOTVS é a alta previsibilidade de receita, já que grande parte vem de contratos recorrentes (modelo SaaS). Isso reduz a volatilidade do negócio e melhora a visibilidade de resultados.

Além disso, a empresa cresce de forma consistente através de:

  • Aquisições estratégicas
  • Expansão de soluções digitais
  • Aumento da base de clientes

Do ponto de vista de investimento, a TOTVS costuma ser vista como uma empresa mais madura dentro do setor tech, apresentando:

  • Crescimento constante, porém menos explosivo
  • Margens mais estáveis
  • Forte geração de caixa

Por isso, muitas vezes é considerada uma das opções mais equilibradas entre risco e retorno dentro do setor.

LWSA3 – LWSA (Locaweb)

A LWSA (LWSA3) é uma das principais empresas de tecnologia voltadas para o crescimento digital de pequenas e médias empresas no Brasil. Seu grande diferencial está na construção de um ecossistema completo para negócios online.

A empresa atua em diversas frentes, como:

  • Hospedagem de sites
  • Plataformas de e-commerce
  • Sistemas de gestão para lojas virtuais
  • Ferramentas de marketing digital

Ao longo dos anos, a LWSA adotou uma estratégia agressiva de aquisições, incorporando diversas empresas para ampliar seu portfólio e fortalecer sua presença no mercado digital.

Isso criou um modelo altamente escalável, baseado em:

  • Receita recorrente (assinaturas)
  • Cross-sell entre serviços
  • Crescimento da base de clientes

Um ponto importante na análise da LWSA é que a empresa ainda está em fase de expansão, o que impacta indicadores como lucro líquido no curto prazo. Em compensação, apresenta:

  • Alto potencial de crescimento
  • Forte exposição ao e-commerce
  • Capacidade de capturar a digitalização das PMEs

Para o investidor, trata-se de uma empresa com perfil mais growth, ou seja, maior potencial de valorização, mas também maior volatilidade.

MLAS3 – Multi (Multilaser)

A Multi (MLAS3), antiga Multilaser, representa uma vertente diferente dentro do setor de tecnologia: o segmento de hardware e bens de consumo tecnológicos.

A empresa atua com uma ampla linha de produtos, incluindo:

  • Smartphones e tablets
  • Acessórios de informática
  • Equipamentos eletrônicos diversos
  • Produtos de mobilidade e utilidades

O modelo de negócio da Multi é baseado em volume e diversificação, com forte presença no varejo físico e digital.

Diferente das empresas de software, que possuem margens mais altas, a Multi opera com:

  • Margens mais apertadas
  • Maior dependência de logística e importação
  • Exposição ao câmbio

Por outro lado, apresenta algumas vantagens importantes:

  • Grande capilaridade de distribuição
  • Portfólio amplo e adaptável
  • Forte reconhecimento de marca no Brasil

Para investidores, a Multi tende a ser vista como uma empresa mais cíclica, sensível ao consumo e ao cenário econômico, com menor previsibilidade do que empresas SaaS.

MOSI3 – Mosaico

A Mosaico (MOSI3) atua no segmento de plataformas digitais de comparação de preços e conteúdo, sendo dona de marcas conhecidas no ambiente online.

Seu modelo de negócio gira em torno de:

  • Publicidade digital
  • Programas de afiliados
  • Geração de tráfego qualificado para varejistas

Na prática, a empresa funciona como um intermediador entre consumidores e lojas, monetizando o fluxo de usuários.

Entre os principais pontos de análise:

  • Forte dependência do tráfego online
  • Alta correlação com o desempenho do e-commerce
  • Sensibilidade a mudanças em algoritmos de busca

Isso torna o negócio escalável, mas também sujeito a riscos externos.

Para o investidor, a Mosaico representa uma empresa com:

  • Potencial de crescimento ligado ao digital
  • Margens interessantes em momentos favoráveis
  • Maior volatilidade operacional

SEQL3 – Sequoia Logística

A Sequoia (SEQL3) é uma empresa que combina logística com tecnologia, sendo um player relevante no suporte ao crescimento do e-commerce no Brasil.

Seu modelo envolve:

  • Entregas para marketplaces
  • Soluções logísticas integradas
  • Uso intensivo de tecnologia para roteirização e eficiência

A empresa se beneficia diretamente da expansão do comércio eletrônico, atuando como infraestrutura essencial para o setor.

No entanto, diferentemente de empresas puramente digitais, a Sequoia enfrenta desafios como:

  • Custos operacionais elevados
  • Necessidade de escala para lucratividade
  • Margens mais pressionadas

Ainda assim, possui pontos positivos importantes:

  • Forte demanda estrutural (crescimento do e-commerce)
  • Potencial de ganho de eficiência com tecnologia
  • Expansão da base de clientes

Para investidores, é uma empresa com perfil de turnaround e crescimento, exigindo análise mais cuidadosa dos resultados.

POSI3 – Positivo Tecnologia

A Positivo Tecnologia (POSI3) é uma das principais fabricantes de hardware do Brasil, com atuação em diversos segmentos.

A empresa opera em áreas como:

  • Computadores e notebooks
  • Tablets e dispositivos educacionais
  • Soluções para empresas e governo
  • Tecnologia para automação e IoT

Um dos pilares do negócio é a forte presença no setor público, especialmente em projetos educacionais, o que garante volume de vendas relevante.

Por outro lado, isso também traz alguns riscos:

  • Dependência de contratos governamentais
  • Receita mais concentrada em determinados períodos
  • Sensibilidade a políticas públicas

Nos últimos anos, a Positivo vem buscando diversificar suas fontes de receita, investindo em:

  • Soluções corporativas
  • Dispositivos inteligentes
  • Expansão de portfólio

Para o investidor, trata-se de uma empresa com perfil mais tradicional dentro do setor tech, com:

  • Receita mais previsível em alguns ciclos
  • Menor escalabilidade que empresas SaaS
  • Exposição ao consumo e ao setor público

CASH3 – Méliuz

A Méliuz (CASH3) é uma fintech que ganhou destaque no Brasil com seu modelo de cashback, devolvendo parte do valor das compras para os usuários.

Seu modelo de negócio inclui:

  • Parcerias com varejistas
  • Plataforma digital de compras
  • Monetização via comissões e serviços financeiros

Nos últimos anos, a empresa passou por uma transformação, ampliando sua atuação para:

  • Serviços financeiros
  • Conta digital
  • Soluções de crédito

Essa expansão busca aumentar o engajamento dos usuários e diversificar as receitas.

Entre os principais pontos de análise:

  • Forte base de usuários
  • Dependência do consumo
  • Necessidade de monetização eficiente

A Méliuz é vista como uma empresa de crescimento, mas que ainda enfrenta desafios para consolidar sua rentabilidade.

BMOB3 – Bemobi

A Bemobi (BMOB3) atua no desenvolvimento e distribuição de soluções digitais para dispositivos móveis, com forte presença internacional.

Seu modelo de negócio é baseado em:

  • Parcerias com operadoras de telecom
  • Distribuição de aplicativos e serviços
  • Receita recorrente por assinaturas

Diferente de outras empresas do setor, a Bemobi possui um modelo mais B2B2C, ou seja, vende soluções para operadoras que chegam ao consumidor final.

Isso traz algumas vantagens:

  • Receita previsível
  • Baixo custo de aquisição de clientes
  • Escalabilidade internacional

Além disso, a empresa está presente em diversos países, o que ajuda na diversificação geográfica.

Para investidores, a Bemobi costuma ser vista como uma empresa com:

  • Boa geração de caixa
  • Modelo resiliente
  • Crescimento mais consistente

Comparação entre as principais ações de tecnologia da B3

Depois de conhecer as principais empresas do setor, um dos pontos mais importantes para o investidor é entender como elas se posicionam em termos de modelo de negócio, risco e potencial de crescimento.

O setor de tecnologia na bolsa brasileira é bastante heterogêneo. Ou seja, não existe um único perfil de empresa — cada uma atua em um segmento diferente e, por isso, deve ser analisada com critérios específicos.

Podemos dividir as empresas analisadas em três grandes grupos:

1. Empresas de software e serviços digitais (mais escaláveis)

Aqui entram nomes como TOTVS e LOCAWEB.

Essas companhias possuem algumas características em comum:

  • Receita recorrente (assinaturas)
  • Margens mais altas
  • Alta escalabilidade
  • Crescimento mais previsível

Esse tipo de empresa costuma ser mais valorizado pelo mercado, pois consegue crescer sem depender proporcionalmente de aumento de custos.

2. Empresas de plataforma digital e fintech (crescimento com volatilidade)

Nesse grupo estão empresas como Méliuz (CASH3) e Mosaico (MOSI3).

Essas empresas têm forte exposição ao ambiente digital e ao consumo online, mas enfrentam desafios como:

  • Dependência de tráfego e marketing
  • Necessidade constante de aquisição de usuários
  • Rentabilidade ainda em construção

Por outro lado, oferecem alto potencial de crescimento, especialmente em ciclos favoráveis da economia digital.

3. Empresas de hardware e infraestrutura (mais cíclicas)

Aqui entram Positivo (POSI3), Multi (MLAS3) e Sequoia Logística (SEQL3).

Essas companhias apresentam:

  • Maior dependência do cenário econômico
  • Margens mais pressionadas
  • Exposição a custos operacionais e câmbio

Apesar disso, podem se beneficiar fortemente em momentos de crescimento econômico e aumento do consumo.

Por fim, há empresas com modelos híbridos, como a Bemobi, que combinam tecnologia com parcerias estratégicas, oferecendo maior previsibilidade de receita.

Essa comparação mostra que investir em tecnologia não significa investir em um único tipo de empresa — e sim em um conjunto de modelos com riscos e oportunidades diferentes.

Como analisar ações de tecnologia na prática

Agora que você já conhece os principais indicadores, é importante entender como aplicá-los na prática.

O erro mais comum do investidor é analisar ações de tecnologia com os mesmos critérios de setores tradicionais, como bancos ou utilities. No setor tech, o foco deve estar no futuro — e não apenas nos resultados atuais.

Veja como estruturar uma análise eficiente.

1. Avalie o crescimento antes do lucro

Empresas de tecnologia frequentemente priorizam expansão em vez de lucro imediato. Por isso:

  • Crescimento de receita acima da média é um bom sinal
  • Aumento da base de clientes indica tração
  • Expansão de mercado reforça o potencial

2. Analise a qualidade da receita

Nem toda receita é igual. No setor de tecnologia, a qualidade da receita faz muita diferença.

Prefira empresas com:

  • Receita recorrente (SaaS)
  • Baixa taxa de cancelamento (churn)
  • Alto nível de retenção de clientes

3. Observe a escalabilidade do negócio

Escalabilidade significa crescer sem aumentar custos na mesma proporção.

Empresas digitais tendem a ter vantagem nesse aspecto, pois:

  • Não dependem de ativos físicos
  • Conseguem expandir rapidamente
  • Possuem margens crescentes no longo prazo

4. Analise o momento da empresa

Entender o estágio da empresa é essencial para alinhar expectativas.

  • Empresas maduras → Mais estabilidade
  • Empresas em crescimento → Maior potencial
  • Empresas em reestruturação → Maior risco

Essa análise ajuda a evitar decisões baseadas apenas em preço.

5. Avalie o valuation com cautela

Indicadores como P/L e EV/EBITDA devem ser interpretados com cuidado no setor tech.

  • P/L alto pode ser justificável em empresas de crescimento
  • Empresas sem lucro exigem análise mais qualitativa
  • Comparar empresas do mesmo segmento é essencial

Nunca analise valuation isoladamente — ele deve sempre ser combinado com crescimento e qualidade do negócio.

Estratégias para investir em ações de tecnologia

Investir em tecnologia pode ser extremamente lucrativo, mas também exige estratégia.

A seguir, algumas abordagens que fazem sentido para esse setor.

Diversificação dentro do setor

Um erro comum é concentrar todo o investimento em uma única empresa.

O ideal é combinar:

  • Empresas consolidadas → estabilidade
  • Empresas em crescimento → potencial
  • Empresas mais arriscadas → oportunidade

Isso reduz o risco e aumenta as chances de capturar bons retornos.

Pensamento de longo prazo

O setor de tecnologia é altamente volátil no curto prazo. Oscilações são comuns e fazem parte da dinâmica do mercado.

Por isso:

  • Evite decisões baseadas em movimentos de curto prazo
  • Foque na tese de crescimento
  • Acompanhe resultados ao longo do tempo

Investidores que tiveram sucesso nesse setor geralmente mantiveram posições por anos.

Atenção ao cenário macroeconômico

Empresas de tecnologia são sensíveis a fatores como:

  • Taxa de juros
  • Inflação
  • Liquidez global

Juros mais altos, por exemplo, tendem a reduzir o valor presente de empresas de crescimento, impactando suas ações.

Acompanhe inovação e competitividade

No setor tech, a vantagem competitiva pode mudar rapidamente.

Por isso, é importante observar:

  • Lançamento de novos produtos
  • Aquisições estratégicas
  • Mudanças no comportamento do consumidor

Empresas que não inovam tendem a perder espaço rapidamente.

Vale a pena investir em ações de tecnologia?

Vale a pena investir em ações de tecnologia? - Imagem:  Shutterstock

As ações de tecnologia representam oportunidades de investimento no mercado financeiro atual. No Brasil, apesar de o setor ainda ser menor do que em mercados como os Estados Unidos, ele vem ganhando relevância rapidamente.

Entre os principais pontos positivos estão:

  • Alto potencial de valorização
  • Crescimento estrutural do setor
  • Transformação digital da economia

Por outro lado, é importante considerar:

  • Maior volatilidade
  • Riscos de execução
  • Dependência de inovação

Ou seja, trata-se de um setor ideal para investidores que:

  • Buscam crescimento no longo prazo
  • Toleram oscilações no curto prazo
  • Estão dispostos a estudar as empresas

Conclusão

As ações de tecnologia oferecem uma combinação única de inovação e desenvolvimento dentro da bolsa brasileira. Empresas mostram como o setor é diverso e repleto de possibilidades.

Ao mesmo tempo, investir nesse segmento exige análise mais aprofundada, foco no longo prazo e entendimento dos riscos envolvidos.

Se bem selecionadas, essas empresas podem fazer parte de uma estratégia sólida de construção de patrimônio.

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