📊O primeiro turno das eleições, realizado neste domingo (4), exige atenção redobrada do eleitor. Diferentemente de outros pleitos, desta vez cada brasileiro precisa registrar votos para seis cargos diferentes, o que aumenta as chances de confusão diante da urna eletrônica.
Por isso, levar uma "colinha" com os números dos candidatos escolhidos é uma estratégia simples e eficiente para agilizar a votação e evitar erros.
O papel escrito à mão é permitido. Já o uso de celulares, câmeras ou qualquer outro aparelho eletrônico dentro da cabine de votação é proibido por lei, o que torna a anotação física ainda mais útil.
A urna apresenta os cargos sempre na mesma sequência, e a colinha deve seguir essa ordem para facilitar a digitação.
- Deputado federal, com número de quatro dígitos
- Deputado estadual ou distrital, com número de cinco dígitos
- Senador para a primeira vaga, com número de três dígitos
- Senador para a segunda vaga, com número de três dígitos
- Governador e vice-governador, com número de dois dígitos
- Presidente e vice-presidente, com número de dois dígitos
A cada número digitado, o eleitor deve conferir com calma as informações exibidas na tela, como a foto, o nome e a sigla do partido do candidato. Em caso de erro, basta apertar a tecla laranja "Corrige" e digitar novamente. Depois de pressionar a tecla verde "Confirma", porém, o voto fica gravado de forma definitiva e não pode mais ser alterado.
Atenção redobrada no voto para o Senado
Neste ano, cada eleitor escolhe dois candidatos ao Senado, e um cuidado é essencial nessa etapa. Não é possível votar duas vezes no mesmo nome. Se o eleitor digitar o mesmo número na primeira e na segunda vaga, a urna vai registrar o segundo voto como nulo.
Para quem prefere chegar à seção já familiarizado com o processo, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) disponibiliza um Simulador de Votação em seu site. A ferramenta reproduz o funcionamento de uma urna real e permite treinar toda a sequência de digitação de maneira didática.
O processo fica mais simples em situações específicas. Caso haja segundo turno, marcado para 25 de outubro, o eleitor vota no máximo em dois nomes, primeiro para governador e depois para presidente, ambos com dois dígitos. Nos estados onde não houver nova disputa para o governo, a urna exibirá diretamente a tela de votação para presidente.
📈 Já os eleitores com domicílio eleitoral no exterior votam apenas para presidente da República, com número de dois dígitos, e ficam dispensados de escolher candidatos aos cargos federais e estaduais.